sábado, Abril 19, 2014

AUMENTA EM 100% O NÚMERO DE JUDEUS BRASILEIROS QUE FAZEM ALIYAH PARA ISRAEL


Desde o início do ano que 87 brasileiros já fizeram retorno "Aliyah" a Israel. O Ministério israelita para a Imigração e Absorção registou que este número significa um aumento de mais de 100% em relação aos que trocam a terra do samba e do futebol pela Terra que mana leite e mel, ainda que se calcule em 95.000 o número actual de judeus vivendo no Brasil.
"Os judeus brasileiros olham para Israel e veem uma ilha de estabilidade económica, com uma vasta gama de oportunidades de vida e de negócios, para já não mencionar a semelhança do clima" - afirmou Sofa Landver, do Ministério da Imigração e Absorção.
Um exemplo de um novo imigrante brasileiro em Israel é Fernando Silva, de 23 anos. Fernando estabeleceu-se no kibbutz Mishmar HaSharon após tê-lo conhecido durante uma visita no ano passado, como turista, decidindo então que o kibbutz e Israel seriam o seu futuro de vida.
"No Brasil há muita violência. Você pode ser roubado a qualquer momento no meio da rua, sem razão nenhuma. Isso nunca pode acontecer aqui. Aqui é seguro. Sinto-me mesmo bem em Israel" - afirmou Fernando Silva.
Risa Borsztein, com 22 anos, também visitou Israel no ano passado e apaixonou-se pelo país antes mesmo de decidir mudar-se para lá.
"Eu não era feliz no Brasil" - explica Risa, acrescentando: "Sonhava em trabalhar num hotel em Jerusalém e estar próxima à religião judaica. Quando visitei Israel no ano passado senti-me bem viva. Percebi então que não queria mais estar no Brasil e que era aqui que eu pertencia e não lá - próxima da minha religião e da minha cultura."
Risa realizou o seu sonho e após mudar-se para Israel, começou a trabalhar num prestigiado hotel em Jerusalém...

Shalom, Israel!

sexta-feira, Abril 18, 2014

MILHARES DE CRISTÃOS CELEBRAM A SEXTA-FEIRA SANTA EM JERUSALÉM

Jerusalém, a Capital eterna de Israel, está mais uma vez repleta de peregrinos, desta vez cristãos. 
Ontem foram os judeus que acorreram às dezenas de milhares junto ao Muro. Hoje são os cristãos católicos que enchem as ruas e vielas da "Via Dolorosa" até ao "Santo Sepulcro", onde tentam visitar o suposto túmulo de Jesus.
PEREGRINAS ETÍOPES BEIJANDO O LUGAR SAGRADO
Segundo a tradição Jesus teria sido crucificado numa sexta-feira, ainda que haja muito debate sobre o dia exacto. A Igreja Católica Romana decidiu há séculos adoptar este dia como o dia da crucificação do Messias, chamando-lhe "sexta-feira santa", que muito evangélicos também decidiram adoptar, ainda que não questionando a verdadeira origem da data.
Muitos católicos caminharam hoje pela Via Dolorosa carregando uma cruz às costas, numa fútil tentativa de identificação com os sofrimentos de Cristo, enchendo as ruelas da Cidade velha e alegrando os olhos e as carteiras dos muitos comerciantes árabes que ali aguardam melhorar os seus negócios.
São 14 as estações desta caminhada, desaguando na Igreja do Santo Sepulcro, uma das mais antigas de todo o Médio Oriente, e onde muito alegam ter sido o local da crucificação e ressurreição de Jesus.
Neste ano, as festas judaicas da Páscoa e a festa cristã da morte e ressurreição de Jesus são quase coincidentes. Em Maio deste ano, também Francisco I, chefe supremo dos católicos romanos estará visitando a "Terra Santa", incluindo nessa visita a Jordânia, Jerusalém e Belém.
O acesso ao Monte do Templo foi entretanto fechado pelas autoridades israelitas, com receio de provocações e violência provocada pelos palestinianos.
Shalom, Israel!

quinta-feira, Abril 17, 2014

MILHARES DE JUDEUS CONCORREM AO MURO PARA RECEBEREM A "BÊNÇÃO SACERDOTAL"

Apesar das recentes tensões no Monte do Templo, dezenas de milhar de judeus acorreram ao lugar mais sagrado e simbólico para o judaísmo actual: o Muro Ocidental, conhecido também como "Muro das Lamentações". As medidas de segurança na Cidade de Jerusalém são muitas, mas não impediram a concorrência de muitos milhares de judeus ao Muro, esta manhã, muitos deles aproveitando a estadia para a celebração das Festas da Páscoa.
A multidão que ali se concentrou esta manhã é composta em grande maioria por judeus ortodoxos, conservadores, religiosos, não-religiosos e até alguns turistas, e juntou-se para receber a tradicional bênção sacerdotal - Birkat Kohanim.
Esta bênção é uma oração judaica recitada pelos coatitas - descendentes em linha directa da tribo de Levi - normalmente realizada durante a semana da Páscoa judaica - Chol HaMoed Pesach.
Centenas de coatitas ficaram voltados para a imensa multidão concentrada esta manhã junto ao Muro e, cobrindo as suas cabeças com o xaile de oração, recitaram a bênção bíblica: "O Senhor (YHWH) te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o Seu rosto, e te dê a paz."
No final desta oração os coatitas também abençoam os peregrinos que visitam Jerusalém.
Shalom, Israel!

quarta-feira, Abril 16, 2014

MONTE DO TEMPLO ENCERRADO APÓS INCIDENTES

Dezenas de jovens árabes mascarados atiraram esta manhã pedras e explosivos contra as forças de segurança israelitas no Monte do Templo, tendo causado ferimentos num dos polícias israelitas na Cidade velha.
As forças de segurança tiveram de dispersar os provocadores árabes através do uso de granadas paralisantes.
O recinto tinha sido aberto aos visitantes, como habitual, mas teve de ser logo encerrado devido à violência provocada pelos arruaceiros árabes.
Os provocadores foram dispersos depois do uso das granadas paralisantes e de outras medidas de controle de segurança. 
Em outra partes da Cidade velha jovens arruaceiros árabes provocaram também desacatos, atirando pedras contra polícias israelitas numa pequena rua, acabando por ferir um dos elementos da segurança de Israel.
Estes últimos dias têm testemunhado vários confrontos entre jovens árabes e a polícia israelita no Monte do Templo, levando a que as forças de segurança impeçam a subida dos jovens árabes ao recinto.
Os media palestinianos alegam que 25 jovens foram feridos nos incidentes e que um dos guardas à porta das mesquitas foi detido. Os jovens palestinianos terão sido feridos com balas de borracha, tendo-se posteriormente refugiado dentro da mesquita de al Aqsa com receio de serem detidos à saída do recinto. A polícia terá declarado o sítio como zona militar fechada, tendo selado a porta de Mughrabi na Cidade velha.

CINCO JUDEUS DETIDOS NO MONTE DO TEMPLO
Na segunda-feira passada as autoridades israelitas detiveram 5 activistas judeus que pretendiam oferecer o sacrifício de um bode no Monte do Templo, cumprindo o ritual da Páscoa judaica. A polícia israelita acredita que a intenção dos activistas era criar confusão e boicotar o processo de paz, acabando por entregar o animal às autoridades veterinárias.

Shalom, Israel!


terça-feira, Abril 15, 2014

FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL PROCURAM RESPONSÁVEIS PELO ATAQUE DE ONTEM À NOITE CONTRA UMA FAMÍLIA JUDAICA QUE IA CELEBRAR A PÁSCOA

Ontem à noite - a mais importante para todo o judeu - criminosos palestinianos dispararam contra 3 automóveis com judeus que se dirigiam para a celebração do seder da Páscoa, nas imediações da cidade bíblica de Hebron.
Um judeu de 40 anos foi morto, tendo a sua esposa de 28 anos e o filho de 9 anos ficado feridos com o tiroteio vindo do(s) palestiniano(s).
As Forças de Defesa de Israel têm andado todo o dia a passar a região de Hebron "a pente fino", na tentativa de encontrar e deter o(s) responsável(eis) pelo hediondo e cobarde crime contra vítimas inocentes.
É habitual os terroristas palestinianos atacarem judeus durante a celebração das festas judaicas, numa clara demonstração de cobardia e ausência de qualquer forma de respeito pela vida de inocentes, incluindo crianças, como foi o caso de ontem à noite.
Segundo a rádio do exército de Israel, foi visto um indivíduo a correr logo após o ataque para a aldeia mais próxima.
Um grande número de forças de segurança estão posicionadas no local, acreditando-se por agora que o ataque poderá ter sido realizado por um só indivíduo.
Na opinião de uma parlamentar israelita, o ataque é o resultado da libertação de terroristas palestinianos que, mal consigam, voltam a realizar crimes contra a população judaica de Israel.
O grupo terrorista Jihad Islâmica, ainda que não reivindicando a autoria do atentado, comentou mesmo assim o ataque como "uma resposta natural aos crimes israelitas."
Shalom, Israel!


segunda-feira, Abril 14, 2014

COMEÇA HOJE A PÁSCOA DE TODOS NÓS - JUDEUS E CRISTÃOS

Quando o sol se puser neste dia 14 de Abril, iniciar-se-à o dia 14 de Nisan do calendário judaico deste ano 5775, dando início à mais importante Festa bíblica do calendário religioso dos judeus, a Festa da Libertação, a Pesach, a "passagem por cima", lembrando aquela noite em que o Anjo de Deus trouxe morte e juízo à nação do Egipto, mas "passou por cima" daquelas casas cujas portas estivam marcadas pelo sangue do cordeiro, poupando assim aquelas vidas que estavam protegidas pelo sangue.
O verdadeiro seguidor do Messias Yeshua também é poupado do juízo de Deus, porque se colocou debaixo da protecção do sangue do Cordeiro de Deus, Aquele que "tira o pecado do mundo."

PÁSCOA = UMA FESTA PARA JUDEUS E CRISTÃOS
Esta não é uma festa apenas para os judeus, mas para todos aqueles que, à semelhança do povo de Israel, foram um dia libertos do poder do maligno (Faraó) e da escravidão do Egipto (sistemas do mundo) e conduzidos pelo Grande Libertador Moisés (um tipo da Pessoa de Jesus) até à Terra Prometida (terra da liberdade, do descanso, do prazer e das delícias sem fim.)
A Páscoa é então uma festa conjunta da Velha e da Nova Aliança, tendo sido sempre assim celebrada pelos primeiros cristãos, até ao concílio de Nicéia, onde os bispos não descansaram enquanto não separaram as datas, num esforço diabólico para arrancar as raízes à oliveira (Israel), como se os ramos  enxertados (a Igreja) pudessem sobreviver sem as raízes e a seiva (Palavra, tradição, Lei, patriarcas, revelação, profecia, etc.) da oliveira original plantada por Deus.
Milhões de judeus e alguns cristãos celebrarão hoje à noite a refeição da Páscoa, chamada "seder" (jantar, em hebraico), a mesma que o Messias Jesus (Yeshua) sempre celebrou e fez questão de aproveitar como "última ceia" íntima e onde Se revelou aos Seus 12 discípulos, celebrando com eles uma Nova Aliança.

PÃES ASMOS
Durante esta ceia e nos próximos 8 dias de celebração será comido o pão sem fermento, ou pão asmo, o matzah, que, tipifica admiravelmente a Pessoa do Messias Jesus, uma vez que Ele viveu uma vida sem pecado (fermento). Essa exigência de viver sem fermento é também feita aos verdadeiros seguidores de Jesus: "Celebremos portanto a Festa (Páscoa), não com o velho fermento (os pecados habituais que nos escravizam), nem com o fermento da maldade e da malícia; e, sim, com os asmos da sinceridade e da verdade." (1 Coríntios 5:8).

4 TAÇAS DE VINHO
Além de outros elementos que compõem esta ceia, e da leitura do "Haggadah" (livro da história da Páscoa), são também bebidas 4 taças de vinho ("yain"), lembrando as 4 promessas de redenção dadas por Deus a Israel: 1 - "vos tirarei do Egipto"; 2 - "vos livrarei da servidão do Egipto"; 3 - "vos resgatarei com grandes demonstrações de poder"; 4 - "tomar-vos-ei por Meu povo" (Êxodo 6:6-7).
Durante a refeição são bebidas estas 4 taças, e há ainda uma quinta que não é bebida, chamada a "taça de Elias", e que é reservada para o profeta que se crê visitará a casa dos israelitas nesta época.
Lucas 22:20 diz-nos que o Messias bebeu a "terceira taça", conhecida como "taça da redenção". Êxodo diz: "Eu remir-vos-ei..." Foi exactamente isso que Deus fez com o Seu povo de Israel e que o Seu Filho fez novamente com os Seus discípulos judeus, convidando-nos a nós gentios a também entrarmos nessa Nova Aliança que Ele fez durante aquela Páscoa: "Este é o cálice da Nova Aliança no Meu Sangue derramado em favor de vós."

O CORDEIRO DE DEUS
O cordeiro que é morto, assado e comido no seder tipifica perfeitamente o Cordeiro de Deus, Jesus, "que tira o pecado do mundo" (João 1:29). O apóstolo Paulo identifica a razão da Páscoa: "o Messias, nosso Cordeiro pascal, foi imolado por nós" (1 Coríntios 5:7).
O verdadeiro filho de Deus foi purificado "pelo precioso sangue de Jesus, como de cordeiro sem defeito e sem mácula." (1 Pedro 1.19).

COMUNHÃO
A comunhão - "koinonia" no grego - é possibilitada apenas aos libertos pela morte do Cordeiro de Deus, Yeshua, uma vez que foram protegidos do juízo de Deus e colocados sob a protecção do Seu sangue derramado no madeiro. Nada mais temos a fazer senão entrarmos nessa comunhão estabelecida pelo próprio Deus com o Seu povo: "Sereis o Meu povo." 
A comunhão à volta da mesa onde partilhamos do pão e do vinho é a grande afirmação espiritual mas também visível da realidade da grande libertação e salvação conseguida por Jesus para todos nós!
"Porventura o cálice da bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo?" (1 Coríntios 10:16). 

Antes da celebração do seder, todas as casas dos judeus são minuciosamente limpas de todo o tipo de migalhas de pão, para que a celebração não tenha a presença de qualquer espécie de fermento. Que a nossa participação nesta Festa estabelecida por Deus e para a qual todos somos convidados não nos encontre sujos pelo pecado ou despreparados para o nosso encontro e comunhão com o tão maravilhoso Deus de Israel!

Shalom! Tenha uma Páscoa abençoada!






sábado, Abril 12, 2014

"ISRAEL É UM PARAÍSO PARA OS CRISTÃOS DO MÉDIO ORIENTE!"

Desmistificando as habituais e mal intencionadas alegações de que Israel é um estado apartheid, cristãos israelitas que vivem em Nazaré apresentaram à comunicação social italiana os seus convincentes testemunhos acerca da realidade que ali se vive. 
A reportagem feita por um jornal italiano começou por sublinhar que existe um fosso cada vez maior na comunidade cristã israelita entre aqueles que escolhem ficar ao lado do estado judaico e os que escolhem identificar-se com a "narrativa" palestiniana. 

A PERSEGUIÇÃO VEM DOS MUÇULMANOS
Mas aquilo que se torna evidente até numa simples passagem por Nazaré é que os problemas que os cristãos de Nazaré enfrentam não surgem primariamente do Israel judaico, mas sim dos muçulmanos.
Assim, na cidade de infância de Jesus, a intimidação muçulmana tem estado num crescendo, obrigando muitos cristãos a fazerem as malas e a mudarem-se para aldeias próximas onde só vivem cristãos e até mesmo para zonas de maioria judaica, como é o caso da região "alta" Nazaré.
De forma a conseguir uma mais profunda compreensão da situação e da condição dos cristãos em Israel em geral, um jornal italiano falou com Shadi Khalloul, porta-voz do Forum para o Recrutamento de Cristãos Israelitas. 
Sublinhando aquilo que está a acontecer aos cristãos na Síria, no Egipto e em toda a região, Khalloul insistiu que, em comparação, "Israel é o paraíso para os cristãos do Médio Oriente."
Os repórteres italianos falaram também com um jovem cristão israelita que, sob a tutela do movimento de Khalloul, tenciona voluntariar-se para o serviço militar em Israel. Fazendo eco das afirmações de Khalloul, o jovem acrescentou ainda que os cristãos em Israel "vivem em paz e segurança, não somos descriminados e desfrutamos da nossa liberdade."
O jovem disse ainda que até mesmo nos territórios controlados pela Autoridade Palestiniana, como é o caso de Belém, "os cristãos estão sujeitos a descriminações, racismo e opressão", e que estavam muito melhor quando Israel estava em pleno controle da assim chamada "Margem Ocidental."

CRISTÃOS ÁRABES EM ISRAEL
Os cristãos constituem cerca de 2% da população total do país, representando cerca de 161.000 pessoas, 80% das quais identificadas com a minoria árabe e 20% originárias da ex-União Soviética.
Os cristãos vivem principalmente no Norte de Israel e em Jerusalém. Os cristãos árabes dividem-se em vários grupos de igrejas: maronitas, assírios, gregos ortodoxos e católicos romanos.
Uma parte destes cristãos árabes têm-se integrado na sociedade israelita, com um impressionante número crescente de jovens a servirem no exército de Israel, sendo isso considerado um acto de lealdade para com o estado judaico.
A maior parte dos problemas sociais são causados pelas hostilidades dos muçulmanos em relação aos cristãos. Em Jerusalém, por exemplo, a população árabe cristã caiu dos 20% em finais dos anos 40, para uns meros 2% actuais, graças à pressão e opressão exercidas pela maioria muçulmana.
As constantes tensões em Nazaré têm levado muitos árabes cristãos a procurarem lugares mais acolhedores na região, inclusivamente alguns de maioria judaica. O recente projecto dos muçulmanos em Nazaré de construírem uma mesquita mesmo ao lado da Igreja da Natividade é a imagem visível do desrespeito que os muçulmanos têm pelas outras confissões religiosas. Situações de ameaças dos muçulmanos aos cristãos são comuns em toda a região e até em Jerusalém.

CRISTÃOS NO MÉDIO ORIENTE
Os cristãos em Israel representam um caso único de crescimento e prosperidade no meio da decrescente população cristã em toda a região, que outrora compunha 20% do total da população, mas que actualmente não ultrapassa os 5%.
A descriminação institucional dos cristãos nos países do Médio Oriente é o factor principal para o decréscimo da população cristã, à qual se junta a violência social e opressão directa em países como o Iraque, o Egipto, a Síria e a Margem ocidental controlada pelos palestinianos.
Até no Líbano, outrora um "oásis" cristão no meio do "deserto" muçulmano, a crescente influência e poder islâmicos têm dizimado a população cristã, obrigando-a a fugir e refugiar-se em outros países.
O actual regresso à identidade islâmica na região tão conturbada coloca em grande perigo as comunidades cristãs existentes na região, chegando a ser consideradas pelos muçulmanos como "inimigos a abater", como é o lamentável caso da Síria, perante a complacência e quase indiferença do resto do mundo.

NÃO SE DEIXE MANIPULAR PELA MENTIRA: CONHEÇA OS FACTOS!
Israel é um verdadeiro "oásis" para os cristãos do Médio Oriente. Essa é a realidade confirmada pelos habitantes locais. Lamentavelmente, as mentes mal informadas e até mal intencionadas que teimosamente perseguem Israel e os desígnios de Deus para aquela Terra continuam a sua "cruzada" anti-semita e anti-sionista, nada mais conseguindo que demonstrar a sua completa ignorância em relação ao que realmente se passa em Israel e no Médio Oriente. São dignos de pena, pois a sua habitual arrogância não lhes permite admitir a verdade dos factos, tal é a cegueira que os conduz à ignorância e preconceito. Pior ainda quando essa ignorância vem da parte de ditos líderes "cristãos", pois estes não apenas espalham o veneno à sua volta como se tornam mais responsáveis pela manipulação das mentes daqueles incautos que ainda lhes dão algum tipo de crédito...
Mas sempre foi e será assim, até à vinda do Reino, quando todos esses inimigos de Sião fugirão de vergonha e temor diante d'Aquele que é o Eterno Protector de Sião!

Shalom, Israel!