sexta-feira, março 06, 2015

ATAQUE TERRORISTA EM JERUSALÉM LEVA AUTORIDADES A PEDIR PENAS MAIS DURAS, INCLUINDO A PENA DE MORTE PARA OS TERRORISTAS

O ataque desta manhã perto de uma estação do metro de superfície, em Jerusalém, em plena celebração da festa do Purim, levou as autoridades israelitas a pensar seriamente em aumentar as penas para os criminosos palestinianos que fomentam e realizam tais actos, incluindo a própria pena de morte.
5 israelitas ficaram feridos esta manhã quando um carro disparou desgovernadamente contra eles. Três dos feridos são mulheres polícia que estavam no exercício das suas funções. 
Logo depois do ataque terrorista, os paramédicos israelitas chegaram ao local e socorreram as 5 vítimas do ódio palestiniano, todas elas conscientes.
O terrorista árabe que cometeu este bárbaro ataque contra inocentes cidadãos israelitas teria atirado o carro contra um posto das Forças de Segurança de Israel antes do ataque na estação de metro. O criminoso continuou a conduzir o carro, mas foi logo atingido com disparos oriundos de forças que se encontravam de serviço à porta da base das FDI. Mesmo atacado, o terrorista saiu do carro munido com uma faca para atacar mais pessoas pelo caminho. Foi então detido através de novos disparos.

O presidente da Câmara de Jerusalém Nir Barkat comentou o ataque, afirmando que "não permitiremos que o terrorismo interrompa as nossas vidas diárias. Continuaremos a combatê-lo sem tréguas." Barkat elogiou ainda aqueles que "fizeram que o incidente parasse, impedindo danos maiores."

HAMAS APLAUDE
O grupo criminoso terrorista palestiniano Hamas elogiou prontamente o ataque, apelidando-o de "acto heróico...que é uma resposta natural aos crimes israelitas."

AUTORIDADES QUEREM RESPOSTAS MAIS DURAS
Várias autoridades israelitas reagiram ao ataque desta manhã, apelando a uma mudança de atitude face aos actos terroristas como os de hoje.
"Os ataques diários com pedradas ao metro e o ataque desta manhã obrigam-nos a mudar a nossa abordagem. Foi mais uma vez provado que é com mão dura que se tem de lidar com o terrorismo. Os residentes de todo o Israel e de Jerusalém em particular não irão tolerar barricadas de cimento."
"Não há diferença entre um ataque com um veículo e andar a atirar pedras ou cocktails Molotov. A intenção comum é matar judeus. Temos de negar a cidadania aos diferentes atacantes."
Mas o Ministro das relações Exteriores Avigdor Lieberman foi ainda mais longe na sua proposta para punir os terroristas: "O ataque constitui prova adicional que só quando os terroristas se aperceberem que cada ataque significará uma pena de morte, e de que não haverá chance de serem libertados através de qualquer acordo - só então é que será possível baixar seriamente a quantidade de ataques."
Apesar de a lei israelita permitir a pena de morte, ela só foi usada uma vez no caso do nazi genocida Adolf Eichmann.

Shalom, Israel!


quinta-feira, março 05, 2015

"COMO PODEREI VER O MAL QUE SOBREVIRÁ AO MEU POVO?"

A história da raínha Ester é uma lição de vida que não só revela a importância de fazermos aquilo que é certo na hora certa, mas também a intervenção do Eterno Deus na História através de pessoas incomodadas com as ameaças à sobrevivência do Seu povo e que arriscam as suas vidas para corajosamente assumirem o papel de intercessores e intervenientes na mudança e preservação da humanidade.
Dando ouvidos aos apelos do seu tio Mordecai, a raínha Ester, ainda que não se apercebendo, estava ouvindo o próprio Deus a convidá-la a participar numa mudança radical da História, transformando o mal em bem, a ameaça da extinção colectiva de um povo na miraculosa preservação e vitória do mesmo sobre todos os planos do mal. 
"...Quem sabe se para um conjuntura como esta é que foste elevada a raínha?" - questionou Mordecai, sabendo de antemão que aquela era a mulher que Deus havia separado e escolhido para mudar o rumo dos acontecimentos. 
A resposta da judia oculta promovida por Deus a raínha é verdadeiramente reveladora do carácter nobre, elevado e raro de alguém que se preocupa mais com a salvação dos outros do que com o seu bem estar e até com a sua própria existência: "...Irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci."

UMA MULHER DIFERENTE
Ester não era uma mulher qualquer. Ela percebeu que a sua promoção a raínha tinha tido um propósito: a salvação do seu próprio povo. E diante da autoridade suprema do todo-poderoso rei Assuero, diante da possibilidade de perder a sua própria vida, esta grande mulher assume o papel do verdadeiro intercessor, daquele que provoca mudanças nos reinos espirituais e que se repercutem nos reinos materiais: "...Como poderei eu ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?"

O resto da história é bem conhecido. Convido o/a leitor/a a dedicar algum tempo do dia de hoje a ler esta extraordinária intervenção de Deus na vida do Seu povo através de uma só mulher. Leia o Livro de Ester, e apaixone-se, inspire-se e deixe-se desafiar. Quem sabe se Você também é um/a escolhido/a de Deus para mudar a história do seu povo, da sua família, da sua nação? 
Ouça a voz de Deus e não fique parado. Ore, interceda, intervenha. A sua vida não será mais a mesma. E a vitória virá, dada por Deus e em resposta à disponibilidade de cada um de nós para ocupar o lugar único que nos está destinado na História.
E, quando dirigidos por Deus, veremos os inimigos derrotados e os propósitos divinos vitoriosos nas vidas daqueles que Ele deseja salvar: "...No dia em que os inimigos dos judeus contavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, pois os judeus é que se assenhorearam dos que os odiavam."

Seja uma Ester do século 21!

Shalom!

quarta-feira, março 04, 2015

TAL COMO A RAÍNHA ESTER HÁ 2.500 ANOS, NETANYAHU TENTA SALVAR OS JUDEUS DAS AMEAÇAS PERSAS

Não só o discurso foi brilhante, como o momento não poderia ter sido melhor: hoje mesmo os judeus celebram a sua alegre festa do "Purim", lembrando a salvação dos judeus na Pérsia de um plano macabro organizado pelo cruel Haman para a sua extinção colectiva.
Decorridos 2.500 anos, os planos voltam a ser activados, desta vez não com forcas, mas com armas nucleares. E é essa ameaça patente sobre Israel e o seu povo que Netanyahu foi ontem denunciar no Congresso norte-americano.

TAL COMO HÁ 2.500 ANOS..
Naquela altura, os judeus estavam no seu exílio babilónico, agora persa, em consequência da vitória do império medo-persa sobre o babilónico de Nabucodonozor. 
O rei da Pérsia chamava-se Assuero, governando sobre 127 províncias e sobre todo o império mundial que agora os persas dominavam. O seu vice-rei chamava-se Haman, e era possuidor de um incurável ódio contra os judeus, que o levou a organizar e apresentar ao rei Assuero um macabro plano para a matança de todos os judeus que viviam na Pérsia. "Enviaram-se as cartas, por intermédio dos correios, a todas as províncias do rei, para que se destruíssem, matassem e aniquilassem de vez a todos os judeus, moços e velhos, crianças e mulheres, em um só dia, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de Adar, e que lhes saqueassem os bens." - Livro de Ester 3:13
Não fosse a coragem e oportunidade da raínha judia Ester, que, com risco da sua própria vida, decidiu abordar o rei e denunciar os planos de Haman, os judeus teriam sido completamente dizimados exactamente neste dia que hoje se comemora. Todos esses eventos tiveram lugar na antiga Pérsia, o actual Irão.
O cruel Haman lançou sortes - "purim" no original - para determinar qual o dia da matança dos judeus. A "sorte", ou o "purim" calhou no dia 13 do mês de Adar. É por isso que esta noite - o início do dia 13 de Adar - os judeus celebram a festa das "sortes", o "Purim", um tempo de grande alegria e festa, em que andam com disfarces nas ruas e trocam presentes entre si...

2.500 ANOS DEPOIS...
Netanyahu está a meio da sua campanha política para as eleições gerais em Israel no próximo dia 17. A sua ida a Washington gerou ondas de discussão em Israel e nos EUA, tanto mais que o presidente norte-americano se opôs claramente à visita do primeiro-ministro, nem sequer o recebendo na Casa Branca. Netanyahu arriscou assim a sua carreira, e não se sabe que frutos irá colher internamente desta sua visita ao Congresso americano. 
Mas, tal como Ester, Netanyahu percebe que este tempo é vital para a sobrevivência do estado de Israel, permanentemente ameaçado pelo crescente desenvolvimento do programa nuclear iraniano. Todas as pessoas de bom senso percebem que o programa nuclear do Irão não se destina a fins pacíficos, de outra forma não teria de ser ocultado a dezenas de metros de profundidade e completamente interditado aos inspectores internacionais, como até agora tem acontecido.
É esse perigo que Obama não consegue ver, mas que Israel pressente, uma vez que está "ali mesmo ao lado", e conhece mais do que ninguém os efeitos do ódio anti-semita dos dirigentes da República Islâmica do Irão, ao investirem e apoiarem os terroristas do Hezbollah e do Hamas com milhões de dólares e armamento para a destruição de Israel. 
Vezes sem conta a liderança iraniana tem prometido "limpar o tumor sionista" do mapa, e Israel sabe que eles dizem o que pensam e pensam o que dizem.
Esse desejo foi bem expresso nas palavras do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, um capanga do Irão: "Se todos os judeus se juntarem em Israel, isso poupar-nos-à o trabalho de andarmos à caça deles pelo mundo fora."

NETANYAHU APOIA-SE NA BÍBLIA
NETANYAHU OFERECE UMA CÓPIA DO LIVRO
DE ESTER AO LÍDER DO CONGRESSO
Não só o primeiro-ministro de Israel fez alusão à história da raínha judia Ester da Pérsia no seu discurso de ontem, como também se referiu a Moisés, que libertou o povo de Israel do Egipto e o conduziu pelo deserto durante 40 anos. No seu discurso de despedida ao seu povo, Moisés encorajou-os a serem bravos e fortes, a colocarem a sua fé em Deus e a não se intimidarem pelos inimigos que inevitavelmente iriam encontrar pelo caminho.


Netanyahu apelou ontem ao Congresso norte-americano - em cuja sala se encontra curiosamente uma imagem de Moisés - para ficar ao lado de Israel, sendo bravo e forte, e a não se deixar intimidar pelo inimigo comum que os EUA e Israel enfrentam: o Irão nuclear.

"Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal conjuntura como esta é que foste elevada a raínha?" - Livro de Ester 4:14.

Shalom, Israel!

terça-feira, março 03, 2015

"O IRÃO É UMA AMEAÇA PARA O MUNDO INTEIRO" - AFIRMOU NETANYAHU NO SEU DISCURSO AO CONGRESSO NORTE-AMERICANO



Netanyahu afirmou esta manhã em Washington que o Irão é um perigo não só para Israel, mas para o mundo inteiro. 
No seu discurso proferido perante uma sala repleta de entusiasmo, o primeiro-ministro israelita afirmou que o presente acordo entre as nações do mundo e o Irão, relacionado com as aspirações nucleares da nação islâmica é um "muito mau acordo" que irá conduzir a um Irão nuclear: "Se o acordo que agora está a ser negociado for aceite pelo Irão, não impedirá o Irão de desenvolver armas nucleares - irá até garantir que o Irão consegar essas armas nucleares - e muitas" - afirmou o primeiro-ministro israelita no seu discurso.

"Este é um muito mau acordo" - prosseguiu Netanyahu - "Estaríamos melhor sem ele." O acordo "não seria um adeus às armas, mas sim um adeus ao controle do armamento."
Netanyahu avisou ainda que o Irão e seus líderes são um perigo não apenas para Israel e para o Médio Oriente, mas para as nações do mundo inteiro, apelando ainda a uma acção global unificada para contrariar o programa nuclear iraniano.
"O regime do Irão é uma grave ameaça, não só para Israel mas também para a paz mundial. Temos de ficar unidos para parar a marcha da conquista, subjugação e do terror iraniano" - afirmou Netanyahu.
"Vez após vez o Irão tem provado que não é confiável" - afirmou Netanyahu, acrescentando - "não obstante o que possa dizer sobre permitir que se verifiquem os termos de qualquer acordo estabelecido para impedir o Irão de obter tais armas."
"O maior perigo que ameaça o nosso mundo é o casamento do Islão militante com as armas nucleares."
O primeiro-ministro acusou ainda o líder supremo iraniano ayatollah Ali Khamenei de anti-semitismo: "Ele cospe o velho ódio com a mais moderna tecnologia."
Netanyahu avisou ainda da necessidade de não se descurar a ameaça iraniana enquanto se está combatendo o "estado islâmico": "Derrotar o ISIS, mas permitir que o Irão consiga armas nucleares, pode ser ganhar uma batalha, mas perder a guerra."

O primeiro-ministro recebeu imensas ovações de pé enquanto caminhava para o pódio de onde discursou para um congresso do qual várias dezenas de democratas se ausentaram, ameaçando que esta intervenção do líder israelita poderia abrir uma fenda permanente nas relações entre os dois países.
"Sei que o meu discurso tem sido assunto de muita controvérsia" - afirmou, continuando - "Lamento que algumas pessoas percebam a minha vinda aqui como política. Essa nunca foi a minha intenção."
Netanyahu iniciou o discurso agradecendo o apoio dos Estados Unidos a Israel, em particular na área militar: "No passado verão, milhões de israelitas foram protegidos de milhares de rockets do Hamas, porque a cúpula do Capitólio ajudou a construir a nossa cúpula de ferro" - afirmou Netanyahu perante uma verdadeira chuva de aplausos.
Segundo Netanyahu, antes de levantar as sanções, o mundo deveria exigir que o Irão cesse os seus ataques contra outros países na região, pare de apoiar o terrorismo pelo mundo fora e "deixe de ameaçar aniquilar o meu país, Israel, o único estado judaico."

CALOROSA RECEPÇÃO
Netanyahu recebeu uma clara e calorosa recepção dos membros do Congresso reunidos esta manhã. Os republicanos aplaudiram constantemente e de pé as afirmações do primeiro-ministro, num total de 25 ovações. Os democratas foram obviamente mais contidos. Apesar das várias dezenas de senadores democratas ausentes, as câmaras e as galerias estiveram repletas.

ELIE WIESEL PRESENTE
Netanyahu dirigiu-se publicamente ao laureado com o prémio Nobel Elie Wiesel, o mítico sobrevivente do Holocausto ali presente: "Gostaria de lhe poder prometer, Elie, que as lições da História foram aprendidas" - afirmou Netanyahu sob uma chuva de aplausos. Quando os mesmos desvaneciam, acrescentou: "Os dias em que o povo judeu ficava passivo face aos inimigos genocidas já passaram.
Mesmo que Israel tenha de ficar só, Israel permanecerá" - prometeu, acrescentando de imediato: "Eu sei que Israel não está só. Eu sei que a América está ao lado de Israel. Eu sei que estais ao lado de Israel."

Assim seja! Shalom, Israel!

segunda-feira, março 02, 2015

NETANYAHU EM WASHINGTON PARA DISCURSO HISTÓRICO NO CONGRESSO NORTE-AMERICANO

São grandes as expectativas, apenas ultrapassadas pelas controvérsias: Netanyahu chegou ontem a Washington onde, numa semana repleta de significado histórico e (quem sabe?) até profético, irá discursar em vários encontros, contra a vontade e expressa ausência do presidente Hussein Obama.
O "grande discurso" que mais interesse e controvérsia tem levantado será proferido amanhã no Congresso dos EUA, sendo o "tema quente" as relações entre os EUA e o Irão, o grande inimigo de Israel.
No momento da sua partida para a capital norte-americana, Netanyahu, já em campanha eleitoral para as eleições parlamentares de 17 deste mês, afirmou: "Estou de partida para Washington numa visita fatídica, talvez até numa missão histórica. Sou o emissário de todos os israelitas, mesmo daqueles que não estão de acordo comigo."
ANTES DESTA HISTÓRICA VIAGEM, O
PRIMEIRO-MINISTRO ISRAELITA FOI
ORAR JUNTO AO MURO DAS LAMENTAÇÕES
Certamente. Quer queiram, quer não, Netanyahu é a face visível do sionismo e o melhor porta-voz dos judeus do mundo inteiro.
E enquanto Netanyahu vai a Washington expressar o seu desejo de ver paz e segurança para Israel, o presidente norte-americano, um pronto defensor dos direitos dos muçulmanos, não só estará ausente no dia do discurso de Netanyahu, como já demonstrou querer um Irão com armas nucleares.
É tempo de nos levantarmos e orarmos a favor do primeiro-ministro israelita, no seu discurso vital, amanhã, em Washington. Ele vai enfrentar uma tremenda oposição dos democratas liberais comandados pelo presidente mais anti-Israel que os Estados Unidos já conheceram até hoje.
A visita de Netanyahu é uma verdadeira provocação a Obama e ao seu apoio ao Irão. Não sendo recebido na Casa Branca, ele vai "invadir" o segundo local mais importante e significativo do governo norte-americano, tentando inverter a marcha decisória do Congresso em relação ao acordo nuclear com o Irão. Netanyahu conta com o apoio dos republicanos, cada vez contestatários das políticas do presidente democrata. 

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 28, 2015

EGIPTO CLASSIFICA O HAMAS COMO ORGANIZAÇÃO TERRORISTA

Dando um grande exemplo à "tolerante" Europa, um tribunal egípcio alistou o grupo palestiniano Hamas como "organização terrorista."
Esta informação foi comunicada esta manhã pela TV estatal do Egipto.
O Hamas é um ramo da "Irmandade Muçulmana", do Egipto, que as autoridades também declararam ser um grupo terrorista e que têm sistematicamente reprimido desde que em 2013 o exército derrubou da presidência um dos seus líderes, Mohamed Morsi.

Bem haja, Egipto, pela coragem desta decisão! 
Ao contrário dos tribunais europeus, que continuam na sua teimosa cegueira, não querendo colocar o Hamas na lista das organizações terroristas. É que para os juristas europeus, o Hamas fica longe de portas. Enquanto isso, o Egipto, tal como Israel, sofre diariamente com esse "mau vizinho", ali mesmo ao lado, na Faixa de Gaza...
Esta foi uma assinalável vitória legal contra o terrorismo palestiniano!

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

ISRAEL E JORDÂNIA ASSINAM ACORDO PARA LEVAR ÁGUA DO MAR VERMELHO PARA O MAR MORTO

Após meses e meses de negociações, foi ontem finalmente assinado um acordo entre as duas nações vizinhas - Israel e a Jordânia - para combater a preocupante escassez de água na região, especificamente no Mar Morto, cujo nível das águas desce cerca de um metro por ano.
Segundo a agência noticiosa jordana "Petra", o acordo agora assinado abrange a "execução da primeira parte" de uma carta de intenções assinada já em Dezembro de 2013, em Washington, entre representantes de Israel, Jordânia, e da Autoridade Palestiniana, com a intenção de salvar o Mar Morto, que corre o risco de simplesmente desaparecer em 2050, se não até antes.
O acordo prevê a construção de um bombeamento anual de 300 milhões de metros cúbicos de água desde o Mar Vermelho até ao Mar Morto.
Parte daquela água deverá ser canalizada através de quatro condutas para o Mar Morto. Outra parte será para dessalinizar e repartir entre Israel e a Jordânia. Os palestinianos receberão também 30 milhões de metros cúbicos de água por ano.
Segundo Silvan Shalom, ministro israelita para a Cooperação regional, "Esta cooperação construtiva entre Israel e a Jordânia vai permitir ajudar a reabilitar o Mar Morto e a criar uma solução para a falta de água na Jordânia e no sul de Israel."

Shalom, Israel!