CARAVANA LUSO-BRASILEIRA A ISRAEL - MAIO DE 2016

CARAVANA LUSO-BRASILEIRA A ISRAEL - MAIO DE 2016
Uma experiência inesquecível a não perder!

sábado, março 28, 2015

VENHA CONHECER O FABULOSO EGIPTO DOS FARAÓS!



EXCURSÃO AO FABULOSO EGIPTO DOS FARAÓS

Venha conhecer uma das civilizações mais antigas e prósperas do mundo!
Há 4 mil anos atrás, o Egipto foi deveras abençoado por um judeu eleito primeiro-ministro, o grande patriarca José, que acabou também por abençoar seus irmãos e até seu próprio pai Jacó, num período de grande fome na Terra de Israel.
É no Egipto antigo que se forma a nação de Israel, que mais tarde sai em peregrinação pelo deserto até entrar na Terra prometida, sob a liderança de Moisés, ele próprio nascido e criado no palácio do faraó.

É no Egipto que o Rei dos reis, ainda criança, se refugia com Seus pais, para se proteger da ira do ameaçador rei Herodes.
É este Egipto, agora em paz com Israel, que vai um dia ser também abençoado pela presença do Messias a reinar desde Jerusalém sobre o mundo inteiro.

Venha conhecer esta impressionante civilização e participar de um inesquecível cruzeiro pelo rio Nilo!
Visitas acompanhadas a LUXOR, TEBAS, ESNA, EDFU, KOM OMBO, KARNAK, ASSUÃO, ABU SIMBEL, CAIRO E PIRÂMIDES.

Para quem vem do Brasil, encontro, partida e chegada a partir do aeroporto de Madrid, Espanha.

Conheça o programa completo em:
www.viagens-shalom.com

Contactos: viagens.shalom@gmail.com

sexta-feira, março 27, 2015

ISRAEL LIBERA TRANSFERÊNCIAS DE IMPOSTOS PARA OS PALESTINIANOS

Israel decidiu voltar a transferir os fundos relativos aos impostos devidos à Autoridade Palestiniana e que tinha estado a reter como punição pelas medidas unilaterais tomadas pelos palestinianos junto a instâncias internacionais.
O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou hoje que a decisão foi feita correspondendo às indicações relacionadas com a segurança e também por razões humanitárias. 
"As receitas dos impostos recolhidos até Fevereiro serão creditadas para os pagamentos de serviços prestados à população palestiniana, como é o caso das contas da electricidade, água e hospitalizações" - informou o gabinete ministerial. 
Tanto os EUA como o "Quarteto para a Paz" liderado por Tony Blair já aplaudiram a decisão israelita.

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 26, 2015

SITUAÇÃO DOS POUCOS JUDEUS DO IÉMEN PREOCUPA ISRAEL

Agora que o Iémen é palco de uma batalha entre as forças militares de vários países árabes liderados pela Arábia Saudita contra os terroristas apoiados pelo Irão, Israel preocupa-se com o pequeno número de judeus ainda naquele país e que se recusam a abandonar o mesmo.
Israel está acompanhando de perto os desenvolvimentos no Iémen. Os países do Golfo Pérsico estão a bombardear os guerrilheiros houthis apoiados pelo Irão desde ontem à noite, numa coligação liderada pelo Irão. Este grupo terrorista apoiado pelo Irão tem conseguido apoderar-se de várias regiões do país, levando o mesmo a um estado de quase guerra civil.

MENOS DE 100 JUDEUS AINDA NO IÉMEN
Israel acredita que existam ainda quase 100 judeus iémenitas, concentrados na região de Sanaa, que caiu nas mãos dos rebeldes.
Há uma certa frustração em Israel pela permanente recusa destes poucos judeus em fugirem do país e se refugiarem em Israel ou em outro país, ainda mais quando as forças rebeldes repetem constantes ameaças contra Israel.
Já em Fevereiro passado, o rabino mor de Sanaa, Yahya Youssef, tinha enfatizado a recusa em sair do país: "Nós não queremos sair. Se quiséssemos, já o teríamos feito há bastante tempo."
O rabino admitiu mesmo assim que desde Setembro passado as movimentações dos judeus na região têm estado bastante restringidas por medo das condições inseguras que ali se estão a viver.
A comunidade judaica no Iémen contava uns 50.000 elementos até ao ano 1959, sabendo-se que hoje não haverá mais de 76 na capital e 23 em outras cidades.
Até recentemente estes judeus têm vivido em paz e harmonia com os seus vizinhos muçulmanos, mas elementos radicais islâmicos têm recentemente prejudicado essa boa relação.
O actual presidente do Iémen, que recentemente fugiu do país, decidiu concentrar os judeus de Sanaa numa área segura próxima ao Ministério da defesa. Essa decisão foi sugerida por grupos internacionais e por organizações judaicas.

Shalom, Israel! 


quarta-feira, março 25, 2015

CONGELADA A CONSTRUÇÃO DE 1.500 NOVAS HABITAÇÕES NOS ARREDORES DE JERUSALÉM

Contrariando as promessas recentemente feitas por Netanyahu, o governo israelita determinou hoje o congelamento do projecto de construção de 1.500 novas habitações em Har Homa, nos arredores da capital Jerusalém.
Segundo informações, duas reuniões planeadas para a próxima semana relacionadas com estas construções foram já canceladas. 
Não se sabe até agora qual a razão desta decisão, mas suspeita-se que se prenderá com a tensão das relações actualmente vividas entre os Estados Unidos e Israel.
Esta decisão de última hora é um tremendo reverso do município de Jerusalém que ainda em Dezembro passado tinha prometido investir 50 milhões de shekels no desenvolvimento do sudeste da capital, uma região conhecida pelo nome de Homat Shmuel, onde vivem presentemente 25.000 judeus.

Shalom, Israel!

terça-feira, março 24, 2015

CUMPRINDO AS PROFECIAS MILENARES, TRIBO DE MANASSÉS ESTÁ REGRESSANDO A ISRAEL

Há cerca de 3,500 anos atrás, Moisés conduziu os israelitas para fora do Egipto com a ajuda dos tremendos milagres de Deus. Cerca de 3 milhões de escravos judeus, incluindo homens, mulheres e crianças, deixaram o Egipto e atravessaram o deserto até à terra dos seus ancestrais, Israel. Foi através deste processo que Deus criou uma nação, formando-a a partir de outra - Deuteronómio 4:34.


ÊXODO MODERNO
O milagre repete-se nestes últimos anos, ainda que em proporção menor. Por enquanto...
Nos dias de hoje, não há pragas nem grandes sinais, mas pouco a pouco mais uma tribo vai regressando à Terra de Israel, desta vez os "Bnei Manassés", ou seja: os descendentes da tribo de Manassés há séculos radicados na Índia.

QUEM SÃO OS BNEI MANASSÉS?
Os Bnei Manassés são uma tribo de judeus vivendo na Índia que traça a sua origem à época do primeiro exílio das 10 tribos de Israel (cerca de 722 a.C.) às mãos do rei assírio Senaqueribe.
Segundo a herança das tradições dos dos Bnei Manassés, há uns 2.700 anos atrás, a tribo saiu da Assíria e viajou pela Pérsia (actual Irão) até à China, acabando por se instalar nas regiões do Norte da Índia. Durante os muitos séculos de exílio, os Bnei Manassés mantiveram muitos dos seus costumes judaicos.
Estar longe do contacto com outros judeus durante 2.700 anos levou no entanto a que membros da tribo perdessem a noção da origem das suas tradições. Foi preciso que os missionários os ajudassem a descobrir as suas origens bíblicas.

AJUDA DOS MISSIONÁRIOS EVANGÉLICOS
Durante o século 19, chegaram àquela região missionários cristãos que tentaram converter os Bnei Manassés à fé cristã. Os missionários ofereceram Bíblias aos líderes da comunidade. Depois que começarem a lê-las, os líderes reconheceram que muitas das suas tradições eram semelhantes às dos hebreus, tal como relatadas na Bíblia.
Isso levou-os a uma jornada de busca da raízes judaicas do grupo. Quando o moderno estado de Israel foi estabelecido em 1948, e os judeus começaram a voltar para a sua terra ancestral, os Bnei Manassés interpretaram isso como um sinal de Deus para regressarem à sua terra também.

67 ANOS DEPOIS...
Volvidos 67 anos, mais de metade da tribo dos Bnei Manassés já reside em Israel, num regresso a casa. Ainda há no entanto muitos milhares a viver na Índia, ansiando pela sua vez de também fazerem a jornada para a Terra sonhada toda a sua vida. 
Muitas das famílias estão divididas, uma parte vivendo já em Israel e outra ainda na Índia, uma situação difícil para muitas delas, ansiando por isso reunir-se aos parentes já instalados em Israel.
Dentre as várias organizações trabalhando para o regresso dos judeus à Terra de Israel, destaca-se a "Shavei Israel", responsável pelo retorno - aliyah - de milhares de judeus da tribo de Manassés a Israel. Esta organização tem estado atenta ao clamor dos judeus espalhados pela Índia e acredita que, ao facilitar a vinda deles para Israel, está cumprindo as profecias bíblicas. 
Só no ano passado a "Shavei Israel" foi responsável pelo retorno de cerca de 1.000 judeus "Bnei Manassés" para Israel.
Muitos destes judeus são assimilados na sociedade israelita, ao ponto de a maior parte dos seus jovens servirem nas Forças de Defesa de Israel. Eles identificam-se com a necessidade de proteger a nação de Israel, arriscando as suas vidas tal como tantos guerreiros do passado fizeram.
Para Michael Freund, fundador da organização, estes imigrantes estão seguindo os passos de Abraão, o primeiro a imigrar para a Terra de Israel. E fazem-nos após 2.700 anos sonhando por este regresso!
Ao que parece, novas preparações estão em curso para o acolhimento de mais uma onda de imigração de judeus desta tribo "perdida", mas agora encontrada graças ao esforço daqueles que acreditam que estão cumprindo o mandato bíblico para estes "últimos dias."

Deus está cumprindo as Suas promessas!

Shalom, Israel!



segunda-feira, março 23, 2015

NETANYAHU PEDE DESCULPA AOS ÁRABES

No dia das eleições em Israel, o primeiro-ministro veio a público alertar o seu eleitorado de direita que os árabes estavam a aparecer "aos montes" para votar, uma afirmação logo condenada por muitos que a classificaram de "racista e ofensiva" à comunidade árabe.
Num video publicado na página do Facebook de Netanyahu no dia das eleições, vinha a seguinte mensagem de alerta ao eleitorado judaico: "O governo da direita está em perigo. Os eleitores árabes estão a aparecer aos montes nas urnas de voto. As ONGs dos grupo de esquerda estão a trazê-los em autocarros."

PEDIDO DE DESCULPAS 
Hoje mesmo, Netanyahu teve a louvável atitude de pedir publicamente desculpa aos árabes, algo que jamais aconteceria do lado contrário.
"Sei que as coisas que disse há uns dias atrás ofenderam alguns dos cidadãos israelitas, magoando os cidadãos árabes" - declarou Netanyahu a representantes da comunidade árabe na residência oficial do primeiro-ministro em Jerusalém.  E acrescentou: "Nunca foi essa a minha intenção. Peço desculpas por isso."
O pedido de desculpas de Netanyahu recebeu um aplauso entusiástico dos representantes árabes, chegando alguns deles até a abraçá-lo após as declarações.

PARTIDO ÁRABE NÃO ACEITA O PEDIDO DE DESCULPAS
Por outro lado, a "Lista Unida Árabe", que conseguiu 13 lugares no parlamento, rejeitou esta abertura de Netanyahu, acrescentando que continuará a fazer campanha em nome da comunidade árabe.
E, sem quaisquer contemplações para com a atitude honrosa do primeiro-ministro israelita, a "Lista" declarou: "O racismo de Netanyahu e do seu governo não irá terminar com a declaração de incitamento que ele distribuiu durante as eleições. 

NOVO GOVERNO PARA BREVE
Entretanto, 67 deputados deram o seu apoio a Netanyahu para a formação de um novo governo, aguardando-se ainda para esta semana a "luz verde" do presidente Rivlin para a sua efectivação.

Shalom, Israel!

sábado, março 21, 2015

ONU E EUROPA JÁ COMEÇAM A PRESSIONAR NETANYAHU

A retumbante vitória do partido de direita Likud que recolocará Netanyahu à frente dos destinos da nação de Israel por mais 3 anos continua a causar amargos de boca a muitos líderes mundiais, completamente alheios à realidade do que é viver lado a lado com inimigos e terroristas, mas que teimosamente persistem na sua altivez, tentando impôr a Israel aquilo que o seu povo decidiu não escolher: 2 estados lado a lado partilhando o mesmo território. 
O povo israelita deu um claro não a essa ideia abominável, mas, sendo Israel o único estado no mundo em que quem quer mandar são os de fora, todos esses líderes insistem numa agenda anti-sionista que lhes irá custar caro. 
Ontem mesmo, foi o secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon, que, ao invés de se preocupar com questões tão importantes como a guerra na Síria e no Iraque, as tensões entre a Rússia e a Ucrânia, a situação dramática em vários países do Médio Oriente, como é o caso do Iemen, etc., prefere ocupar-se com aquilo para o que não é chamado, e que nada é mais é do que um assunto da política interna de um estado democrático de direito chamado Israel.
Mas Israel já se habitou a estes "abutres" e, contra a vontade deles, continua a escolher quem muito bem entende para governar um país que cada vez mais só pode contar com a ajuda do Alto para sobreviver.
O sr. Moon decidiu assim pressionar Netanyahu para que este renove o seu compromisso de uma "solução 2 estados", que o primeiro-ministro rejeitou publicamente na sua intervenção no dia anterior às eleições: "O secretário geral reiterou a sua visão de que a solução de 2 estados era o único caminho a seguir e urgiu o primeiro-ministro a renovar o compromisso de Israel nesse sentido" - relatou a AFP em relação às declarações de Moon.
"O secretário geral apelou também ao primeiro-ministro para que libere os impostos presentemente retidos por Israel mas pertencentes à Autoridade Palestiniana" - acrescenta o comunicado.
Israel decidiu congelar em Janeiro passado cerca de 500 milhões de shekels em impostos devidos à Autoridade Palestiniana, em resposta  ao pedido de adesão dos palestinianos ao Tribunal Internacional de Justiça, em nome de um denominado "estado da Palestina."

OBAMA CONTRA ISRAEL
Já na passada Quinta-Feira, o cada vez mais desacreditado presidente norte-americano Hussein Obama tinha telefonado a Netanyahu afirmando que "os EUA precisam de reavaliar as suas opções em resultado das novas posições e comentários do primeiro-ministro em relação a uma solução dois estados."
Não só a administração norte-americana, como também o governo francês se esforça para empurrar Netanyahu para um retrocesso no seu programa elegido pela maioria dos votos da população israelita.

Netanyahu tem de facto uma situação muito complicada em mãos. Fala-se já de uma possível perda de interesse da toda-poderosa comunidade judaica dos EUA em ajudar Israel, devido ao programa escolhido por Netanyahu. Por um lado, ele não pode abrir brechas no histórico e necessário relacionamento entre os dois países, mas por outro lado não pode desiludir a população israelita que, confiou nele para a segurança do seu país...

Shalom, Israel!