terça-feira, Setembro 23, 2014

ISRAEL COM QUASE 9 MILHÕES DE HABITANTES

Nas vésperas do Rosh Hashanah - Ano Novo Judaico - as estatísticas mostram que a população de Israel atingiu quase 9 milhões de habitantes, mais precisamente 8.904.373 pessoas.
Este crescimento deve-se grandemente à entrada de novos judeus imigrantes que fazem "alyiah", oriundos especialmente de França.

DE 873 MIL PARA 9 MILHÕES!
É verdadeiramente impressionante o crescimento da população nesta Terra outrora deserta: quando o estado de Israel foi fundado, no ano 1948, a população geral contava 873.000 pessoas. A cada ano a população foi crescendo, à medida que este moderno estado ia absorvendo refugiados das terras árabes e da Europa. Desde essa altura que é sempre feita uma contagem da população por ocasião da festa do Ano Novo. 
Passados apenas 66 anos desde a sua fundação, neste início do Novo Ano Judaico 5775, a população total de Israel aproxima-se dos 9 milhões.
Em relação ao ano passado, deu-se um aumento de cerca de 200.000 pessoas, dentre as quais 176.230 são bébés nascidos nos últimos 12 meses, 15 mil mais do que no ano anterior. 
Durante este ano judaico que agora termina deram entrada em Israel 24.801 novos imigrante judeus, o que representa um aumento de 8 mil em relação ao ano anterior.

Shalom, Israel!

segunda-feira, Setembro 22, 2014

INTEL VAI INVESTIR MAIS 6 BILIÕES DE DÓLARES EM ISRAEL

Israel vai receber o maior investimento de sempre nas altas tecnologias através da poderosa empresa norte-americana Intel, criando literalmente milhares de novos empregos e obtendo isenção de impostos em Israel.
Tudo leva a crer que a Intel vai produzir a sua próxima geração de chips para computador em Israel, num investimento que, segundo palavras do próprio Ministério das Finanças, irá trazer 6 biliões de dólares para o upgrade da planta industrial da Intel em Kiryar Gan, em troca de créditos de até 600 milhões de dólares durante os próximos 5 anos e avultadas isenções de impostos até ao ano 2023.
Segundo o Ministro das Finanças, Yair Lapid, Israel irá ganhar com este investimento: "O investimento da Intel é um activo estratégico para Israel" - afirmou, acrescentando que o mesmo vem "fornecer provas adicionais das capacidades de Israel na alta tecnologia e na inovação."
Este anúncio assinala o término do drama à volta dos planos de fabrico da Intel nestes últimos anos, à medida que a empresa ia decidindo onde construir uma nova planta para produzir os avançados chips "nanométricos."
Estes novos chips irão providenciar energia às tecnologias móveis e aos dispositivos informáticos, os quais a Intel acreditairão ser uma grande área de crescimento para a empresa durante os próximos anos.
Sabia-se que a Intel estava indecisa entre a Irlanda e Israel.
A Intel irá ter um grande benefício fiscal até ao ano 2023, indo pagar apenas 5% de impostos, um valor muito abaixo dos habituais 26,5% praticados em Israel. Por seu turno, a empresa americana compromete-se a criar pelos menos 1000 novos postos de trabalho, tendo de pelo menos metade dos novos empregados ser residentes do sul de Israel. 
A Intel já emprega cerca de 10.000 pessoas em Israel, em empregos directos e, segundo a própria empresa informa, isso cria um "factor de multiplicação" de empregos, uma vez que mais de 30.000 israelitas trabalham em empresas que fornecem produtos e serviços para a mega-empresa.
Crê-se que a criação de mais de 1000 novos empregos em Israel irá produzir a natural multiplicação de outros milhares de empregos que serão criados à volta deste novo investimento da Intel.
Shalom, Israel! 

sábado, Setembro 20, 2014

FRANÇA APRESENTA PLANO DE PAZ NAS NAÇÕES UNIDAS

O presidente francês François Hollande afirmou que o seu país irá apresentar junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um plano de paz em forma de "uma resolução que dirá muito claramente aquilo que esperamos do plano de paz e qual deve ser a solução para o conflito."
Após se ter encontrado com o líder palestiniano Mahmoud Abbas em Paris durante o dia de ontem, François Hollande informou que o seu governo irá apresentar "uma solução para o conflito."
O presidente francês afirmou que as negociações do "pára-arranca" têm andado a decorrer há "demasiado tempo" e que "existe uma percepção de que nunca haverá uma solução para acabar com o conflito israelo-palestiniano, embora conheçamos os parâmetros de um possível acordo."
Segundo Hollande, este recente confrontação armada levou a que Gaza fosse destruída pela terceira vez.
"Aquilo que devemos tentar encontrar é um acordo de paz duradoiro" - afirmou Hollande, acrescentando que este impasse tem de acabar.
Abbas, por seu turno, urgiu todos os países a "assumirem as suas responsabilidades para terminarem um conflito que dura há mais de 66 anos."
"Fazer a paz dará uma legitimidade acrescida à luta contra o terrorismo na região" - acrescentou o líder palestiniano, o mesmo indivíduo que se calou diante do seu parceiro Hamas, quando este grupo terrorista lançou uma série de ataques terroristas contra o estado de Israel.
Ouvir esta declaração da boca de Abbas é como se estivéssemos a ouvir Hitler a fazer a apologia ao respeito pelos judeus...
Obviamente que Abbas anda a tentar encontrar apoio para mais uma investida diplomática junto às Nações Unidas. E é óbvio que encontrou em Hollande - um presidente completamente desacreditado no seu próprio país - alguém que poderá aproveitar o ensejo para se pôr em bicos de pés diante da comunidade internacional...
E é claro que Abbas já vem alegar que tem o apoio do presidente francês para um plano apoiado pela Liga Árabe e que apela ao "fim da ocupação israelita dos territórios palestinianos e a formação de um estado palestiniano baseado nas fronteiras de 1967". O que não entendo é ao que é que ele se refere quando menciona "ocupação israelita dos territórios palestinianos"...é que nunca existiram "territórios palestinianos" em 1967, muito menos um estado palestiniano. Mas são estas mentiras que convencem os idiotas do mundo livre, são estas as ilusões que levam a que Israel seja sempre visto como o "mau da fita", quando a verdade é exactamente a contrária...
De Paris, Abbas voará directamente para Nova Iorque, para participar na assembleia geral da ONU, no próximo dia 24.
De qualquer forma, esta proposta francesa demonstra o quanto a União Europeia está cada vez mais a deixar-se arrastar para o epicentro do conflito, criando a plataforma para um "salvador", o falso messias, o tão ansiado e bem sucedido político que conseguirá finalmente levar as duas partes a um acordo de paz firmado por 7 anos, mas que ele próprio violará a meio do percurso...
Estaremos próximos? Talvez mais do que pensamos...

Shalom, Israel!

sexta-feira, Setembro 19, 2014

ESCAVAÇÕES NO CAMPO DE EXTERMÍNIO DE SOBIBOR REVELAM CÂMARAS DE GÁS OCULTADAS PELOS NAZIS

Arqueólogos na Polónia oriental alegam ter descoberto novas evidências relacionadas com as maldades e história criminosa do regime nazi.
Escondidas debaixo do solo de um ex-campo de concentração nazi nos arredores de Sobibor foram encontradas pelos arqueólogos câmaras de gás que foram intencionalmente ocultadas pelos nazis após uma insurreição ali ocorrida em 1943. Calcula-se que pelo menos 250.000 judeus tenham sido assassinados naquelas câmaras de gás.
Após uma insurreição ocorrida no campo, no dia 14 de Outubro de 1943, as forças alemãs terão demolido as instalações das câmaras de gás. O sítio onde ocorreu o massacre dos judeus foi posteriormente coberto com uma estrada de asfalto.
Yoram Haimi, um dos arqueólogos do projecto, revelou à Reuters "terem ficado espantados com o tamanho do edifício e as condições de boa preservação das paredes das câmaras."
ANEL ENCONTRADO NA CÃMARA DE GÁS
Está agora a ser feito um esforço para se calcular o tamanho das câmaras de gás, o que permitirá ter uma melhor idéia sobre o número de pessoas assassinadas no campo.
Haimi tem também uma ligação pessoal à descoberta macabra. Dois dos seus tios foram capturados pelos alemães e mais tarde assassinados no campo de morte de Sobibor. 
O Instituto Internacional de Pesquisas do Holocausto do Yad Vashem (Museu do Holocausto) prestou algumas informações acerca deste campo de morte no leste da Polónia:
"O Campo de Extermínio Sobibor estava localizado perto da aldeia e estação de caminhos de ferro de Sobibor, na parte de leste do distrito de Lublin, na Polónia, não muito longe da linha férrea Chelm-Wlodawa. O campo foi estabelecido em paralelo com os campos de extermínio de Treblinka e de Belzec. 
Construído em Março de 1942, era constituído basicamente por 3 partes, cada uma individualmente isolada da outra. O campo incluía uma área administrativa, uma área de recepção, e uma área de extermínio. Para além disso, havia um espaço na floresta, na parte Norte do campo, onde os nazis tinham começado a construção de um bunker. Durante o período de operação do campo - Abril de 1942 a Outubro de 1943 - cerca de 250.000 judeus foram ali assassinados. No auge da insurreição ali ocorrida em 14 de Outubro de 1943, os alemães decidiram desmantelar o campo. Aparte de certas estruturas que têm sido desmanteladas desde a guerra e os poucos edifícios ainda de pé e que tinham alguma ligação ao campo, o local tem-se mantido deserto, sem quaisquer traços do antigo campo de extermínio."


Outro arqueólogo envolvido com as escavações do campo e descoberta das câmaras de gás, revelou o seguinte:
"O extermínio das pessoas teve lugar aqui neste local. O assassínio era feito através do fumo produzido por um motor, e que matava qualquer pessoa num período de 15 minutos nestas câmaras de gás, em grande tormento, e aos gritos...Diz-se que os alemães até criavam aqui gansos de forma a abafar esses gritos humanos, para que os prisioneiros não pudessem escutar esses gritos, esses tormentos."
FILME "FUGA DE SOBIBOR"
Pouquíssimos prisioneiros conseguiram escapar vivos de Sobibor. Devido a este facto trágico e devido aos alemães terem destruído o campo há ainda muito por conhecer acerca deste campo infame.
Dos cerca de 300 prisioneiros que conseguiram escapar durante a insurreição de 1943, a maior parte foram apanhados e mortos. Segundo a Reuters, apenas 50 prisioneiros conseguiram sair vivos do campo após o fim da 2ª Guerra Mundial. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, Setembro 18, 2014

ÁRABES CRISTÃOS EM ISRAEL JÁ PODEM SER...ARAMEUS!

GABRIEL NADAF E NETANYAHU
Muitos dos 160.000 cristãos israelitas, até agora considerados árabes, podem a partir de agora registar-se oficialmente como arameus.
O ministro do Interior israelita Gideon Saar deu instruções à "Autoridade para a Imigração e Fronteiras" para permitir o registo de uma nova nacionalidade: arameu - nos cartões de identidade dos cidadãos cristãos até agora registados como "árabes".
Numa carta dirigida ao director da "Autoridade para a Imigração e Fronteiras", Saar referiu "ter recebido três opiniões segundo as quais a existência de uma nacionalidade arameia é clara e óbvia, tal como foi requerido pelo Tribunal Supremo."
"As condições requeridas para provar a existência da nacionalidade estão presentes, incluindo a herança histórica, religião, cultura, descendência e linguagem" - acrescentou o ministro.
Segundo esta ordem ministerial, qualquer cidadão que preencha essas condições é elegível e registar-se oficialmente como "arameu."
BÍBLIA EM ARAMAICO, A LÍNGUA DOS ARAMEUS
Esta decisão do ministro Saar aplica-se em última instância aos cristãos que actualmente vivem em Israel e que se identificam como arameus, que podem falar aramaico, e que são oriundos de uma das diversas denominações cristãs: maronita, ortodoxa aramaica, ortodoxa grega, católica grega e católica siríaca. Algumas delas, ansiando por uma mudança de estatuto, registaram-se como grupo no Ministério do Interior já no ano 2010, podendo agora finalmente registar-se como arameias.
Uma página no facebook que reúne os apoiantes do padre Gabriel Nadaf, líder na minoria arameia, mostrou o êxtase criado na comunidade por esta decisão governamental israelita.
A decisão "corrige uma injustiça histórica que definia erradamente os cidadãos israelitas de ascendência cristã oriental como "árabes cristãos", apesar de, com excepção da língua falada (árabe), eles não terem absolutamente qualquer conexão com a nacionalidade árabe" - escreveu Nadaf.
Numa carta emotiva escrita ao ministro Saar, Hanad agradeceu-lhe pelo "pluralismo e abertura da sociedade israelita na absorção de minorias religiosas e éticas, com base no amor e aceitação, sem qualquer descriminação, segundo os princípios da democracia, liberdade individual, liberdade de consciência e liberdade de culto."
O padre Nadaf acrescentou que os cristãos desejam ser "uma parte inseparável" da sociedade de Israel e fazer com que as suas vozes sejam ouvidas "nas esferas sociais, económicas, académicas e políticas no estado de Israel."
E acrescentou: "Esta é a primeira vez que um estado do Médio Oriente reconhece a minoria cristã arameia como uma nacionalidade legítima e age para a preservar, bem como ensinar a sua língua e absorvê-la na sociedade."
"Contrastando com os países da região em que os cristãos e outras minorias são sistematicamente assassinados, igrejas são destruídas e as pessoas são forçadas a esconder a sua identidade só por se definirem como cristãs - enquanto que em cada década que o mundo progride e avança, os países árabes recuam uma década - o estado de Israel deu um gigantesco passo em frente."
Nadaf é um caso único entre os líderes cristãos ortodoxos ao advogar uma forte conexão entre a sua comunidade e o estado - razão pela qual tem sido punido pela igreja oficial ortodoxa grega, que tem tentado afastá-lo.
Vários ministros árabes também o têm condenado, chamando-lhe "um agente do sionismo que tenta dividir os árabes." Hadaf tem sido ameaçado com violência e até recebeu ameaças de morte, mas mesmo assim insiste que representa um razoável segmento da comunidade cristã israelita.
"Sentimo-nos seguros no estado de Israel" - afirmou Nadaf - "e vemo-nos como cidadãos do estado com todos os respectivos direitos e obrigações."

QUEM SÃO OS ARAMEUS?
Segundo a Bíblia hebraica, os arameus eram um povo oriundo da Mesopotâmia, os "Aram-Naharaim" (Aram dos dois rios), além das regiões circunvizinhas, como a Síria, a Pérsia, o vale do Jordão e as montanhas do Líbano. 
Aram foi também o quinto filho de Sem, o primogénito de Noé. 
Os judeus usavam a expressão "arameus" para distinguirem os seus povos aparentados mais afastados, os "povos de Aram", no Oriente, ou os "filhos de Eber", como também era designado este povo, unificado pela língua aramaica e não pela existência de qualquer estado. Em alguns trechos da Bíblia os "arameus" são referidos como "sírios."
Historicamente, sabe-se que os arameus se instalaram em definitivo no "Aram bíblico" no século XII a.C. , numa região entre a parte sul da Turquia, Síria e Iraque, naquilo que hoje se conhece como o Curdistão. O 2º Livro de Samuel refere-se também a um efémero reino arameu, na região da actual Damasco, mas que rapidamente se desvaneceu. 
Os arameus, como povo, diluíram-se etnicamente entre os povos do Mediterrâneo Oriental, ainda que a língua tivesse perdurado.
A sua língua, o aramaico, é um idioma semítico, com alfabeto próprio e mais de 3 milénios de formação, e é a língua que Jesus falava, pois naquela época era muito falada na região da Galiléia e da Síria. Chegou a ser declarado como idioma oficial pelos assírios e pelos persas. O aramaico está assimilado ao siríaco, uma língua mais litúrgica e religiosa, uma vez que os descendentes dos arameus que se encontram maioritariamente na Síria, ainda que mesclados com outros povos, são na sua maioria cristãos.

Shalom, Israel!



quarta-feira, Setembro 17, 2014

FABULOSO TESOURO DE MOEDAS DE OURO ENCONTRADO NA CIDADE DE DAVID, EM JERUSALÉM



A Cidade de Jerusalém - capital do estado de Israel - é muitas vezes denominada como "Cidade de ouro." E com razão: uma nova exposição mostra agora ao público como o ouro representava uma parte importante na vida e sociedade da Jerusalém antiga.
A exposição chama-se precisamente "Jerusalém de Ouro" e exibe alguns dos mais belos artefactos de ouro descobertos na Cidade de David, a Jerusalém original.
Uma das peças exibidas é um belíssimo medalhão de ouro do 7º século d.C.
O arqueólogo israelita Gabi Barkay comentou que o ouro tem sempre sido uma parte da história de Jerusalém ao longo de milénios:
"Talvez este medalhão fosse usado para decorar um antigo rolo da Torah."
"O ouro era muito representado em Jerusalém. O interior do Templo de Salomão era coberto de ouro. Até as paredes eram revestidas com placas de ouro. A arca da aliança e os querubins eram cobertos com ouro. O trono de marfim de Salomão era revestido a ouro."
As cinco moedas de ouro em exibição valem no seu conjunto mais de meio milhão de dólares.
"Uma jovem britânica voluntária vinda de Londres estava raspando uma saliência no muro quando, de repente, tal como num casino, começaram a cair moedas de ouro - 264 moedas, o maior tesouro em ouro até agora achado em Jerusalém."
Este foi um importantíssimo achado, numa já importantíssima Cidade, a Cidade original de David, em Jerusalém, cuja História influenciou o mundo inteiro até aos dias de hoje.
Segundo palavras de Ahron Horowitz num programa da TV CBN News, "Esta é uma pequena cidade antiga (Jerusalém), mas que teve mais impacto na humanidade do que qualquer outra cidade do mundo. 
"A Bíblia que saiu a partir de Sião tem vindo a afectar o espírito do homem" - prosseguiu, acrescentando: "Talvez estivéssemos melhor se aprendessemos mais da Bíblia e vivessemos segundo os seus valores - da Bíblia. Acho que a Bíblia tem causado um impacto tremendo sobre a humanidade e acredito que isso ainda não terminou, está apenas a iniciar."

Amém!
Shalom, Israel!

terça-feira, Setembro 16, 2014

JOGO DE FUTEBOL ENTRE CRIANÇAS ÁRABES E JUDIAS CONSIDERADO "CRIME CONTRA A HUMANIDADE" PELAS AUTORIDADES PALESTINIANAS...

Todo o "pacifismo" palestiniano tão credível entre as populações subornadas pelos noticiários e opiniões distorcidas dos media internacionais termina quando alguém bem intencionado procura fazer algo de bom e construtivo entre o povo judeu e o povo árabe. E o ódio árabe a tais iniciativas é tão grande, que nem um simples jogo de futebol entre crianças consegue escapar...
Uma semana após o término dos conflitos na Faixa de Gaza, o ex-presidente israelita Shimon Peres decidiu contribuir para a construção da paz, organizando um jogo de futebol entre crianças - judias e árabes - num sinal de boa vontade e esperança num futuro melhor para as próximas gerações.
Quem não gostou nada da ideia foram os palestinianos, especificamente os seus líderes da Autoridade Palestiniana, alegadamente mais moderados. A AP prontamente condenou esta iniciativa.
O jogo foi realizado entre crianças judias da cidade-mártir de Sderot, perto da fronteira com Gaza e crianças palestinianas vindas de Berseba. 
Este encontro desportivo marcou o início do ano lectivo da "Escola do Futebol e da Paz", uma iniciativa promovida pelo "Centro Peres para a Paz" que junta dezenas de crianças judias e árabes para a prática de desportos e outras actividades extra-curriculares.
Antes do apito inicial do jogo, Shimon Peres disse às crianças que "Os jogos de futebol não são realizados uns contra os outros, mas uns com os outros. Vocês, crianças israelitas da periferia de Gaza que viestes jogar com as crianças palestinianas simbolizam a esperança de paz. Passastes um verão difícil, e hoje iniciais um novo ano que espero seja repleto de desporto e diálogo."
O treinador da equipa das crianças palestinianas, Issa Abu Hamid, acrescentou: "Estou entusiasmado por vê-los todos aqui após termos sido impedidos de o fazer desde há meses. Espero que neste campo possamos iniciar algo de novo e voltar todos juntos a divertir-nos com o futebol, numa atmosfera de amizade."
Algumas das crianças de Sderot abraçaram os rivais palestinianos e ouviram-se expressões como: "Podemos fazer a paz com os palestinianos."

Mas esta "amizade" desagradou muito aos líderes palestinianos...
"Qualquer actividade de normalização nos desportos com o inimigo sionista é um crime contra a humanidade" - insistiu Jibril Rajoub, um dos líderes da Fatah, e presidente do departamento palestiniano para as actividades desportivas.
Rajoub acrescentou ainda que a política oficial palestiniana é de "oposição e prevenção de eventos desportivos conjuntos entre crianças israelitas e palestinianas."
Uma outra autoridade palestiniana foi ainda mais longe, considerando o treinador palestiniano como "um traidor."
O braço local da Fatah da cidade de onde as crianças palestinianas vieram para jogar emitiu também um comunicado denunciando o jogo amigável. Ao ler a declaração, lembre-se de que estes indivíduos da Fatah são considerados como "moderados", pertencendo ao partido de Mahmoud Abbas, o mesmo homem que o mundo considera como um "genuíno parceiro para a paz com Israel"...
"Este jogo foi um acto individual concebido por almas débeis que concordaram ser humilhadas por uma mão cheia de dinheiro. Apelamos aos residentes para que supervisionem os seus filhos e os afastem deste tipo de actividades, que prejudicam a nossa causa."
E foram já emitidas ameaças de "um ajuste de contas" com o treinador e respectiva equipa. 
É com esta atitude e indivíduos que Israel tem de negociar a paz? Se até um jogo amigável entre crianças é considerado "um crime contra a humanidade", o que se pode mais esperar?

Shalom, Israel!