quarta-feira, Novembro 26, 2014

CHUVAS INTENSAS E TEMPESTADES ABENÇOAM ISRAEL

O ressequido deserto da Judeia tem sido abençoado nestas últimas horas com verdadeiros torrenciais de água, um verdadeiro espectáculo para os curiosos e uma desejada bênção sobre as terras de Israel.
Muitas outras regiões áridas do país têm recebido fortes cargas de água das chuvas. Muitos leitos secos de rios e ribeiros estão inundados, provocando muita alegria, curiosidade e gratidão em muitos israelitas, havendo até quem aproveite este raro acontecimento para fazer desportos náuticos...
O maior espectáculo é visível nas montanhas da Judeia, atraindo muitos israelitas que aproveitam para ver o espectáculo da água a jorrar em grande quantidade pelas montanhas de Jerusalém abaixo.
O próprio vale do Cedro, ao redor da Cidade antiga de Jerusalém, está jorrando água, uma bênção provocada pelas tempestades que se prevê irão perdurar até ao final do dia de hoje e talvez ainda durante parte do dia de amanhã.
TEL AVIV ESTA MANHÃ
Alguns voos têm sido atrasados no aeroporto internacional Ben Gurion devido à grande tempestade que se abateu sobre Israel, especialmente na região central do país (Jerusalém, Tel Aviv, Ashkelon, etc.)



terça-feira, Novembro 25, 2014

ÁRABES ISRAELITAS PREFEREM ISRAEL À AUTORIDADE PALESTINIANA

O mais que gasto retrato pintado pelos principais media internacionais e vociferado pelos anti-semitas insiste sempre na mesma mentira compulsiva de que "Israel é um lugar racista e opressor para os árabes que lá vivem."
Essa argumentação ganhou volume esta semana nesses mesmos meios com a aprovação da "Lei do estado judaico" pelo governo de Netanyahu.
Só que essa mais que gasta cartilha cai completamente por terra quando se questiona a razão porque é que então a esmagadora maioria dos árabes que vivem na Terra de Israel prefere estar sob a autoridade do governo israelita e não da Autoridade Palestiniana...
Este é um facto sobejamente conhecido pelos israelitas, mas comprovado mais uma vez pelo recente inquérito realizado pelo "Canal 10 News" junto ao instituto de pesquisas "Statnet", dirigido pelo perito em estatísticas Yousef Makladeh, um árabe israelita.
Makladeh questionou os amigos árabes de forma clara e objectiva: "Sob qual autoridade (governamental) preferes viver: de Israel, ou da Autoridade Palestiniana"?
77 por cento dos inquiridos afirmaram preferir viver sob o governo de Israel.
Isso apesar do facto de a maioria dos que responderam dizerem que, como minoria, experimentavam algum grau de racismo, e apenas nove por cento afirmarem sentir que gozavam plena igualdade com os cidadãos judeus.
Uma maioria de 81% dos inquiridos disseram acreditar que Israel está a tentar alterar o status quo do Monte do Templo, onde os judeus estão actualmente proibidos de orar, mas 84 % disseram oporem-se à violência reaccionária que emana do sector árabe.

Com se constata, uma coisa é o que os media internacionais querem fazer acreditar, outra coisa bem diferente é a realidade dos factos...

Shalom, Israel!

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segunda-feira, Novembro 24, 2014

LEI DO "ESTADO JUDAICO" APROVADA PELO GOVERNO VAI À VOTAÇÃO DO PARLAMENTO ISRAELITA

Controversa para alguns, uma necessidade para outros, a verdade é que após intensas e calorosas discussões o governo de Netanyahu aprovou ontem de manhã a lei que permite que a partir de agora o estatuto oficial de Israel seja o de "estado judaico."
A lei foi aprovada com 15 votos a favor e 7 contra.
A lei, conhecida como "Lei básica", vai agora ser apresentada para votação pelos 120 parlamentares do Knesset, provavelmente daqui a uma semana. A lei ontem aprovada pelo governo visa: "definir a identidade do estado de Israel como estado-nação do povo judeu, e ancorar os valores do estado de Israel como um estado judaico e democrático, no espírito dos princípios da Declaração da Independência."
A lei visa de uma forma prática codificar os direitos nacionais dos judeus israelitas, ao mesmo tempo que reforçar os direitos individuais de todas as minorias.
Em termos simples, isso vai significar que só os judeus é que poderão reivindicar uma bandeira nacional, um hino nacional e o direito à imigração.
A controvérsia tem a ver com o facto de que na realidade esta lei não vai alterar nada: a bandeira e o hino israelitas já se focalizam no estatuto judaico, e só os judeus é que têm actualmente acesso ao "direito de retorno."
Parecendo apenas simbólica, a verdade é que o momento é apropriado para Netanyahu e muitos outros, uma vez que tanto os palestinianos como alguns elementos árabes israelitas andam a tentar minar a natureza judaica do estado e, nas palavras do próprio primeiro-ministro, "criar um estado dentro de um estado."
Desde há muito que Netanyahu tem condicionado as negociações para a paz a um reconhecimento palestiniano de Israel como "estado judaico."

Shalom, Israel!

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sábado, Novembro 22, 2014

ISRAEL VAI COMEÇAR A DEIXAR ENTRAR MATERIAIS EM GAZA

Dando cumprimento ao acordo tri-lateral estabelecido em Setembro passado entre Israel, a Autoridade Palestiniana e a ONU, Israel vai abrir as fronteiras com Gaza, 3 meses após o final do conflito com os terroristas palestinianos do Hamas e da Jihad Islâmica.
Nas próximas semanas começará assim a entrada de camiões carregados de materiais de construção e afins para a reabilitação da Faixa de Gaza. Segundo o acordo assinado, as Nações Unidas irão supervisionar todo este processo, ao mesmo tempo que assegurarão a segurança das fronteiras com Israel.
Sistemas de GPS acompanharão o trajecto dos materiais até aos seus receptores, ficando o acesso através da monitorização informática acessível a Israel, à Autoridade Palestiniana e à própria ONU.
Grandes quantidades de materiais começarão a entrar na Faixa de Gaza, especificamente cimento e maquinaria pesada para todo o trabalho de reconstrução. Inspectores internacionais estarão no terreno para assegurar que os materiais serão usados unicamente para os fins previstos, especificamente para a construção civil.
Cerca de 25.000 pessoas em Gaza cujas casas ficaram destruídas durante a operação militar terão acesso aos materiais de construção para a recuperação das suas habitações ainda antes do início do Inverno (21 de Dezembro). 
Apesar de todas estas previsões, os representantes da ONU queixam-se de ainda não estarem a receber a ajuda monetária prometida por vários países durante a conferência para doadores realizada no Cairo, apelando aos mesmos que o façam o mais rapidamente possível.

EGIPTO BLOQUEIA TODO O ACESSO A GAZA
Ao contrário daquilo que Israel estará a fazer, abrindo as suas fronteiras com Gaza para a passagem de materiais de construção, o Egipto tem estado a endurecer cada vez mais as suas relações com o Hamas, tendo acabado por fechar completamente todas as suas fronteiras com Gaza. Isto após ter andado a destruir durante semanas uma grande quantidade de túneis que ligavam o Egipto a Gaza.
O exército egípcio comunicou hoje ter completado a limpeza de toda a área fronteiriça como parte das preparações duma "zona neutra" com a largura de 500 metros, ao longo dos 13 quilómetros que fazem fronteira entre o Egipto e a Faixa de Gaza.
Segundo os relatos, o exército egípcio demoliu cerca de 800 casas na região, como consequência da descoberta de uma grande quantidade de túneis com 800 a 1000 metros de comprimento.

Shalom, Israel!

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sexta-feira, Novembro 21, 2014

O DOMO DA ROCHA FOI ORIGINALMENTE CONSTRUÍDO PARA...OS JUDEUS!

Talvez nunca tenha ouvido a verdadeira história da origem do Domo da Rocha. Se eu lhe disser que originalmente ele foi construído a pedido dos judeus e para que os judeus orassem no Monte, talvez não acredite. Mas essa é a verdade histórica!
Claro que temos andado a ser bombardeados pelo revisionismo histórico manipulado pelos islamitas, querendo fazer crer que o Domo - convertido em mesquita - é um espaço construído para as rezas muçulmanas. Mas tal não foi assim originalmente. Eis um pouco de História...

A HISTÓRIA DA ORIGEM DO DOMO DA ROCHA
Até há cerca de uns 300 anos atrás quem entrava para orar naquele espaço eram...também os judeus. Sim, os judeus! 
De acordo com a obra clássica "The Temple Mount" (O Monte do Templo) escrita por Shlomo Goren, um perito nas questões do Monte do Templo e rabino mor de Israel há alguns anos atrás, a verdade é bem diferente daquela que nos querem fazer crer:
"A mesquita al-Aqsa foi construída (no extremo sul da esplanada) como uma casa de oração islâmica fora dos limites do Monte do Templo original e por isso está virada para Meca. E, acedendo ao pedido dos judeus, Omar construiu o santuário do Domo da Rocha para servir como casa de oração para os judeus. Isso aconteceu depois de os judeus lhe terem mostrado o lugar onde assentava o Templo sagrado - e não estava voltado para Meca."
Há assim uma diferença entre os dois edifícios: um está voltado para a cidade sagrada dos muçulmanos, Meca. O outro, nada tendo a ver com Meca, mas sim com as indicações e o pedido feito pelos judeus ao sultão Omar.
DOMO DA ROCHA EM 1546
Uma das fontes históricas para esta afirmação de Shlomo Goren foi o historiador bizantino Theophanes que no ano 635 escreveu uma obra em grego entitulada "Chronographia", cuja tradução em inglês foi editada em 1839 na cidade alemã de Bona. O famoso historiador inglês Guy Le Strange citou a relevante passagem daquela tradução na sua obra publicada em 1890: "História de Jerusalém sob os muçulmanos", página 11:
THEOPHANES
"Neste ano (635 d.C.), Omar começou a restaurar o Templo de Jerusalém, pois que o edifício, na verdade, não estava mais firmemente fundamentado, mas tinha caído em ruínas. Agora, quando Omar inquiriu sobre a causa, os judeus responderam-lhe dizendo: 'A menos que derrubeis a cruz erguida no Monte das Oliveiras, o edifício do Templo nunca será firmemente fundamentado.'
Foi a partir daí que Omar derrubou a cruz naquele lugar de forma a que o edifício (do Templo) pudesse ficar firme naquele lugar..."
Le Strange enfatiza a fiabilidade desta espantosa descrição ao assinalar que o historiador Theophanes precedeu as mais antigas autoridades árabes neste assunto em mais de 50 anos. Mais ainda: ele enfatiza que Theophanes viveu "consideravelmente no espaço de uns 150 anos após a conquista de Jerusalém pelo sultão Omar."
Uma antiga tradição islâmica do rabino convertido ao islamismo Ka'ab al-Ahbar afirma o seguinte: "Ayrusalaim, que significa Jerusalém, e a Rocha, que significa o Templo. Irei enviar-vos o meu servo Abd al-Malik que te irá construir e embelezar. Irei certamente restaurar-te à Bayt Al Maqdis (casa santa), seu primeiro reino, e coroá-lo-ei com ouro, prata e pedras preciosas. E irei certamente enviar-te as minhas criaturas. E irei certamente investir o meu trono de glória sobre a rocha, visto eu ser o soberano Deus e David é o rei dos filhos de Israel."

CONSTRUÍDO PARA JUDEUS
Conclui-se assim que, baseando-nos nos mais antigos relatos acerca da construção do domo, que este foi construído originalmente não para os muçulmanos, mas para os judeus, e que era supostamente para ser uma versão do Templo "mais firmemente fundamentada."

Ridiculamente - para não usar outra expressão - os muçulmanos tentam fazer crer que aquele edifício foi propositadamente construído para eles, querendo dessa forma alegar que aquele espaço lhes pertence em exclusivo e pretendendo proibir os judeus de até subirem àquele lugar!
Claro que o espaço é agora um santuário islâmico cuja cúpula cobre a famosa pedra onde segundo a tradição Abraão ia sacrificar o seu filho Isaque. Segundo a tradição judaica, foi também a partir desta pedra que Deus criou o mundo.
Toda a arquitectura é lindíssima, uma obra de grande beleza e valor. Lamentavelmente, os escritos no interior e exterior da mesquita são uma verdadeira provocação ao cristianismo, uma vez que negam a divina Triunidade e o facto de Jesus ser o Filho de Deus. Crê-se que estas frases foram escritas não para combater o judaísmo - que também não aceita a Triunidade nem a divindade de Jesus - mas o cristianismo. 
Quando era possível aos não muçulmanos entrar no domo, eu nunca o fiz, uma vez que compreendi há muitos anos que ao entrar e tirar os sapatos naquele lugar estaria a submeter-me a Alá e às suas blasfémias contra Jesus, pelo que jamais aceitaria fazê-lo...

Voltar ao status quo daquele lugar deveria representar a possibilidade da volta dos judeus às suas orações naquele espaço, deixando aos muçulmanos a mesquita al-Aqsa, essa sim construída para eles, e por tal voltada na direcção da cidade que lhes é mais sagrada: Meca.

Shalom, Israel!


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quinta-feira, Novembro 20, 2014

CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS CONDENA UNANIMEMENTE O MASSACRE NA SINAGOGA DE JERUSALÉM

Finalmente! Habituado a ver o Conselho de Segurança da ONU a condenar constantemente qualquer acção defensiva de Israel face aos ataques terroristas, Israel vê agora um momento raro nessa ténue relação organização (ONU) versus estado (Israel): os 15 membros do Conselho de Segurança condenaram o acto bárbaro cometido anteontem numa sinagoga em Jerusalém por terroristas palestinianos e que deixou 5 vítimas mortais e 7 feridos.
Durante um debate havido na sede da ONU em Nova Iorque, o Conselho de Segurança classificou o ataque como "acto hediondo". Esta resolução condenatória é o fruto do intenso trabalho realizado nos bastidores pela delegação israelita na ONU.
O anúncio da decisão reza assim: "Os membros do Conselho de Segurança condenam veementemente o desprezível ataque numa sinagoga em Jerusalém que tirou a vida a quatro inocentes fiéis e a um polícia, deixando muitos feridos. Actos terroristas de todos os géneros são injustificáveis, não obstante o motivo, em qualquer altura e em qualquer parte do mundo."
Os membros do Conselho expressaram as suas condolências às famílias das vítimas e expressaram apoio aos feridos no ataque e ao povo israelita. A declaração apelou a Israel e aos palestinianos para que trabalhem juntos e restaurem imediatamente a calma na região e reduzam as tensões entre as duas partes.
O embaixador de Israel para a ONU, Ron Prosor, afirmou em resposta à condenação: "É pena que só depois de os israelitas serem massacrados durante a oração é que o Conselho de Segurança rompa o silêncio sobre a violência palestiniana, apesar dos constantes avisos da nossa parte. A comunidade internacional reconheceu agora que os palestinianos estão ultrapassando a linha vermelha. Compete a eles impedir que os palestinianos andem a distribuir doces e deixem de lhes dar o seu apoio unilateral. Isso só piora a situação."

ENQUANTO ISSO, NO PARLAMENTO JORDANO...
Enquanto o mundo civilizado condenava veementemente o massacre na sinagoga de Jerusalém, o parlamento expressava ontem a sua solidariedade com os dois terroristas palestinianos causadores do ataque. Os parlamentares ali presentes ofereceram "uma oração em honra ao espírito dos heróis"...
Palavras para quê?

Shalom, Israel!

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quarta-feira, Novembro 19, 2014

ISRAEL CHORA OS SEUS MORTOS - OS PALESTINIANOS CELEBRAM O HEDIONDO MASSACRE

Israel sofreu ontem um dos mais cruéis e dolorosos golpes da sua recente História: dois terroristas palestinianos entraram dentro de uma sinagoga e de uma escola rabínica onde vários judeus se encontravam a orar e a estudar e, munidos de um machado, um facão e uma espingarda, despejaram todo o seu ódio contra aqueles inocentes, assassinando 5 e deixando outros 9 feridos, alguns em estado grave.
Das 5 vítimas mortais, 3 eram norte-americanos, um era inglês e a quarta vítima é um oficial de polícia druso que não resistiu aos ferimentos. 
As dolorosas imagens vistas ontem por muitos fazem lembrar os piores dias da História dos hebreus, quando sangue judeu corria pelas ruas, famílias inteiras eram massacradas, sinagogas eram conspurcadas. Inquisição católica, Pogroms, Holocausto, tudo pareciam coisas do passado. Mas não. A hedionda crueldade dos terroristas palestinianos revelou mais uma vez o que há de pior no coração humano. De facto, o homem sem Deus é capaz de tudo.
E é essa raça estupidificada pelo ódio e incitação islâmica que celebra e se regozija com a vileza do acto de tirar a vida a um inocente no seu momento mais íntimo: a oração. No momento em que rejubila com o massacre dos outros, essa gente que constantemente se vitimiza perdeu por completo o direito moral de ser ouvido, muito menos acreditado por alguém portador de uma consciência decente.
Israel chora os seus mortos. Esta manhã assim aconteceu no local do crime. Cerca de 30 pessoas compareceram na sinagoga martirizada para as suas orações matinais. Uma boa parte destes que esta manhã ali se fizeram presentes eram pessoas feridas ontem durante o massacre. Não prometeram vingança. Não vociferaram palavras de ódio. É que Israel não é palestina. O povo judeu tem uma superioridade moral que provoca inveja aos seus inimigos. Talvez esses animais de duas pernas nem sequer compreendam o que é viver com base nos valores morais da decência e da ordem, da preservação e do respeito pela vida. 
Logo após os funerais realizados ontem, dezenas de fiéis acorreram à sinagoga onde o massacre teve lugar e, após limparem todas as poças de sangue que macularam aquele lugar de oração, recitaram a oração "Shema Israel", tendo depois lido alguns Salmos. 
A força espiritual desta gente manifestou-se ontem mesmo nas palavras do líder da sinagoga: "Nós não dirigimos o mundo. Continuamos tendo uma fé plena e continuamos orando ao Criador. Os assassinos não nos irão deter."

O primeiro-ministro Netanyahu prometeu ontem demolir as habitações dos terroristas. É o mínimo que a justiça requer, já que os terroristas receberam a paga física dos seus actos. Ao mesmo tempo, esta decisão de demolir as casas dos familiares dos terroristas tem gerado controvérsia em Israel, uma vez que muitos temem que o efeito pretendido acabe por ser o contrário do desejado. A verdade é que nada for feito, a opinião pública israelita voltar-se-à contra o governo pela sua incapacidade de agir com mão dura contra os mentores do terrorismo.

Shalom, Israel!

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