quinta-feira, Outubro 23, 2014

TERRORISTA RESPONSÁVEL PELO ATENTADO DE ONTEM EM JERUSALÉM QUE MATOU BÉBÉ DE 3 MESES É CONSIDERADO "HERÓI MÁRTIR"

Abdelrahman Shaludeh, o terrorista palestiniano responsável pelo atentado de ontem à tarde em Jerusalém que deixou 8 pessoas feridas e um bébé de 3 meses morto, quando atirou o carro que conduzia contra uma estação de metro, foi agora considerado "herói" e "mártir" por um assessor do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas.
O terrorista responsável pelo atentado de ontem, prontamente abatido pela polícia israelita, era um cadastrado, um dos ex-prisioneiros soltos por Israel em Dezembro de 2013, após cumprir uma pena de 16 meses por actos terroristas anteriores.
O criminoso morreu já no hospital, tendo sido alvejado pela polícia quando fugia do lugar do atentado.
Netanyahu já acusou Abbas e a Autoridade Palestiniana, afirmando que esta actual onda de violência é o resultado directo do constante fluir de incitamentos anti-Israel e anti-semíticos vindos da parte da AP e do próprio Abbas.
A família do criminoso palestiniano tentou alegar que se tinha tratado de um "acidente", mas as imagens registadas pelas câmaras no local mostram claramente que este membro do Hamas com um longo registo de actividade criminoso agiu intencionalmente.
Seis pessoas ficaram feridas no atentado e um bébé com apenas 3 meses, Chaya Zisel Braun, acabou por falecer, estando também a sua mãe em estado crítico.
O criminoso avançou com o carro em alta velocidade contra a estação de metro de superfície "Ammunition Hill", em Jerusalém, atingindo 8 das pessoas que estavam a sair das carruagens do metro.



quarta-feira, Outubro 22, 2014

PROVÁVEL ATENTADO TERRORISTA DEIXA 8 FERIDOS EM JERUSALÉM, INCLUINDO 1 BÉBÉ

Várias pessoas ficaram feridas esta tarde quando um carro colidiu contra uma estação de metro de superfície em Jerusalém, naquilo que se pensa tenha sido um atentado terrorista.
Um indivíduo suspeito foi visto a fugir a pé do local do incidente, tendo logo sido abatido pela polícia israelita. 
Entre as várias pessoas feridas encontra-se um bébé com 3 meses de idade.
O suspeito abatido é o palestiniano Abdelrahman al-Shaludi, um ex-prisioneiro residente no bairro de Siloé.
Todos os feridos foram imediatamente conduzidos para os hospitais, tendo-se já iniciado um rigoroso inquérito ao incidente.
O provável atentado ocorreu junto à estação de metro de Ammunition Hill, perto da sede da polícia, tendo as câmaras de vigilância registado o trajecto do carro em direcção à estação de metro.
Um porta-voz do Hamas já reagiu, comentando que, no caso de se tratar de um atentado, terá sido uma "resposta natural" às acções dos judeus em Jerusalém, e às incursões dentro da mesquita al-Aqsa em particular.
Testemunhas confirmaram que o incidente teve lugar quando as pessoas desciam de uma carruagem do metro.

Shalom, Israel!

terça-feira, Outubro 21, 2014

ENORME PEDRA DE MÁRMORE COM INSCRIÇÃO DO NOME DO IMPERADOR ADRIANO DESCOBERTA EM JERUSALÉM

Para a "Autoridade para as Antiguidades de Israel" trata-se de uma das mais importantes inscrições em latim jamais achadas em Jerusalém.
Esta enorme pedra de mármore em forma de arco com palavras escritas em latim e com a gravação do nome do imperador Adriano é do ano 130 d.C. foi certamente usada para homenagear a visita do imperador romano a Jerusalém nesse mesmo ano.
Ainda que tenha sido descoberta em Julho, a pedra foi somente exibida a partir desta manhã junto ao Museu arqueológico Rockfeller, em Jerusalém, atraindo já fotógrafos, arqueólogos e uma miríade de curiosos.

Segundo as declarações da dra. Rina Avner, a arqueóloga responsável pelas escavações a Norte da Porta de Damasco, em Jerusalém oriental, esta relíquia do período romano é uma das mais importantes inscrições em latim alguma vez descobertas em Jerusalém: "Isto é muito raro" - afirmou a arqueóloga, a escassos metros da pedra. E acrescentou: "Encontrámos a inscrição incorporada à volta de uma abertura de uma cisterna muito funda."
E esclarecendo melhor o achado, a arqueóloga prosseguiu: "Na antiguidade, tal como hoje acontece, era costume reciclarem-se materiais de construção, e esta inscrição oficial foi evidentemente removida do seu lugar original e integrada no pavimento com o propósito prático de construir a cisterna. Além disso, e de forma a ligar a pedra à tampa, a parte do fundo da lápide foi serrada em forma de círculo."
Mal encontraram esta lápide, os arqueólogos responsáveis perceberam imediatamente que se tratava de um achado muito importante.
As inscrições consistem de seis linhas escritas na língua latina e gravadas em mármore e foram lidas e traduzidas por Avner Hecker e Hannah Cotton, da Universidade Hebraica de Jerusalém. A tradução em português ficará mais ou menos assim: "AO IMPERADOR CÉSAR TRAJANO ADRIANO AUGUSTO, FILHO DO DEIFICADO TRAJANO PÁRTICO, NETO DO DEIFICADO NERVA, SUMO SACERDOTE, INVESTIDO COM PODER DE TRIBUNO PELA 14ª VEZ, CÔNSUL PELA TERCEIRA VEZ, PAI DA NAÇÃO (DEDICADO POR) A DÉCIMA LEGIÃO FRETENSIS ANTONINIANA."
Ecker esclareceu que a inscrição era dedicada pela X Legião Fretensis ao imperador Adriano no ano 129/130 d.C.
"Só um pequeno número de antigas inscrições oficiais latinas é que foram descobertas em escavações arqueológicas por todo o país, e em Jerusalém em particular, e não há dúvidas de que esta é uma das mais importantes" - acrescentou Ecker.
Segundo a arqueóloga, a importância está no registo do nome do famoso imperador Adriano e da data exacta.
"A data é uma confirmação significativa e tangível do relato histórico relativo à presença da X legião romana em Jerusalém durante o período intercalar entre as duas revoltas (judaicas), e provavelmente até da localização do acampamento militar romano na cidade, e uma das razões para o rebentar da revolta liderada por Bar Kokhba alguns anos depois e o estabelecimento da Aelia Capitolina (nome dado a Jerusalém pelos romanos, na tentativa de apagar a memória da ligação dos judeus à cidade)."
"Mesmo após 2 mil anos a inscrição está num impressionante estado de conservação. Logo que os achados da escavação sejam publicados, a inscrição será preservada e posta em exibição para o público."

A REVOLTA DE BAR KOKHBA E O IMPERADOR ADRIANO
IMPERADOR ADRIANO
Os eventos relacionados com a revolta de Bar Kokhba são atribuídos ao reino do imperador Adriano. Ele é recordado na História judaica por ter emitido decretos impondo a perseguição e conversão forçada de judeus, referidas pelas fontes como "decretos adriânicos."
A história da revolta dirigida por Bar Kokhba é conhecida, dentre outros eventos, pelas obras do historiador romano contemporâneo da época Cassius Dio, que também menciona a visita de Adriano a Jerusalém nos anos 129/130, dentro do programa das visitas do imperador ao império oriental. 
Essas viagens ficaram documentadas através de moedas cunhadas honrando a ocasião e o evento e em inscrições gravadas especificamente antes da chegada do imperador às diversas cidades.
"Isto aparenta ser exactamente o que aconteceu em Jerusalém" - afirmou Avner - "A própria inscrição pode ter sido erguida no topo de um arco triunfal do tipo do arco de Tito em Roma."
E a arqueóloga elucidou ainda: "Sabemos a partir dos historiadores antigos e de inscrições em moedas que a nova cidade que Adriano estabeleceu recebeu o estatuto de 'colónia', ou seja: uma cidade cujos cidadãos e deuses são romanos, sendo o nome da cidade mudado para Aelia Capitolina, ou COLÓNIA AELIA CAPITOLINA em latim."
"Não há dúvida de que a descoberta desta inscrição irá contribuir muito para responder à velha questão sobre as razões que conduziram ao romper da revolta de Bar Kokbha: terão a construção de Aelia Capitolina e o estabelecimento de um templo pagão no sítio do Monte do Templo sido a razão para a rebelião? Ou terão antes sido o resultado em si da rebelião, portanto, uma acção punitiva de Adriano contra aqueles que se rebelaram contra o governo romano?"

Shalom, Israel!

segunda-feira, Outubro 20, 2014

MAIORIA DOS JUDEUS CONTRA ESTADO PALESTINIANO QUE IMPLIQUE DIVISÃO DE JERUSALÉM

Neste tempo conturbado que se vive em Israel, há uma coisa que ainda consegue unir a vasta opinião pública dos judeus ali residentes: a questão de Jerusalém, a capital una, indivisível e eterna de Israel.
E, não obstante a oposição norte-americana às novas construções na capital israelita, uma pesquisa revelada ontem em Israel comprova que mais de três quartos da população judaica opõe-se à formação de um estado palestiniano que tenha Jerusalém como sua capital.
Esta sondagem foi promovida pelo "Centro de Jerusalém para os Assuntos Públicos" e veio revelar que 76% da população judaica opõe-se a um estado palestiniano que inclua a divisão da Cidade de Jerusalém. Essa posição maioritária fornece ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu "munições" para confrontar a arrogância de Obama, cuja administração tenta a todo o custo impedir a construção de novas construções em Jerusalém e a ocupação de algumas residência por judeus no bairro de Siloé, de maioria árabe.
Apesar das duras críticas dos norte-americanos, Netanyahu bateu-lhes o pé e clarificou que Jerusalém não é um "colonato", e que Israel iria não só continuar a construir na Cidade, mas que os judeus poderiam comprar propriedades em qualquer parte da Cidade, tal como os árabes podem também fazer.
Neste inquérito popular, respondendo à questão se apoiariam o estabelecimento de um estado palestiniano com fronteiras iguais às anteriores a 1967, 74% dos inquiridos opuseram-se a esta medida, 18% apoiaram-na e 8% alegaram não saber ou não querer responder.
Esta sondagem confirma o quanto os judeus israelitas apoiam Netanyahu quando ele afirma que o país tem de manter uma presença de segurança no vale do Jordão, ao mesmo tempo que 75% dos inquiridos responderam que se oporiam ao estabelecimento de um estado palestiniano se tal envolvesse a retirada do vale do Jordão. Apenas 11,5% apoiariam tal retirada. Os mesmos 75% declararam opor-se à substituição das tropas das Forças de Defesa de Israel por outras internacionais.

Shalom, Israel! 

sábado, Outubro 18, 2014

PALESTINIANOS PRESSIONAM A ONU CONTRA ISRAEL

O representante palestiniano na ONU afirmou ontem que o seu grupo político quer que o Conselho de Segurança da ONU vote uma resolução até ao final do ano exigindo que Israel se retire dos territórios "ocupados" depois da Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967.
Novembro de 2016 é o prazo limite que os palestinianos querem impôr para que as tropas israelitas saiam dessas zonas que fazem parte do Israel bíblico oferecido por Deus ao povo judeu.
O embaixador palestiniano Riyad Mansour adiantou ainda que se a resolução for derrotada - o que é mais do que provável devido à oposição dos Estados Unidos e de outros países - os palestinianos "terão outras opções."
Representantes palestinianos alegam ter já o "sim" de 7 países para a votação dentre os 15 membros do Conselho de Segurança, e que estão procurando mais apoios.
São necessários nove votos no mínimo para a aprovação, mas a proposta pode mesmo assim ser vetada por um dos 5 membros permanentes, dos quais os EUA fazem parte.
A frustração palestiniana com o impasse nas conversações para a paz é muito grande, mas toda a responsabilidade pertence a eles, uma vez que, violando todos os acordos anteriormente feitos com Israel, decidiram fazer uma aliança com o grupo terrorista Hamas, que por sua vez decidiu atacar Israel com centenas de mísseis lançados contra as suas populações civis.
A embaixadora norte-americana na ONU afirmou que os Estados Unidos preferem ver o restabelecimento das conversações entre ambas as partes, julgando ser essa a única forma de se resolver este conflito.
Segundo o embaixador israelita, esta é mais uma vez a prática palestiniana de contornar a responsabilidade de estar à mesa das negociações, preferindo antes tomar acções unilaterais, que Israel obviamente não pode aceitar.

Shalom, Israel!

sexta-feira, Outubro 17, 2014

APÓS PROFERIR DECLARAÇÕES DIGNAS DE UM IDIOTA, JOHN KERRY É FORTEMENTE CRITICADO PELOS MINISTROS ISRAELITAS

Após ter proferido lamentáveis declarações justificando o crescimento do grupo terrorista islâmico com o impasse nas conversações de paz entre israelitas e palestinianos, John Kerry tem sido literalmente bombardeado com veementes críticas e condenações por parte dos líderes israelitas.
Segundo as afirmações do secretário de estado norte-americano, as conversações de paz entre israelitas e palestinianos - actualmente estagnadas - são vitais na luta contra o extremismo islâmico.
Talvez o líder americano viesse inspirado do Egipto, de onde tinha acabado de chegar quando proferiu estas idiotices, tendo participado numa conferência internacional onde biliões de dólares foram prometidos para a "reconstrução" de Gaza.
"Não houve um líder que eu tivesse encontrado na região e que não abordasse comigo a necessidade de se conseguir a paz entre israelitas e palestinianos, uma vez que o seu fracasso era uma causa para o recrutamento, da fúria e da agitação nas ruas" - afirmou Kerry.
O líder americano acabou por incriminar o estado judaico, alegando que, ao negar-lhes um estado, Israel era responsável pela humilhação dos palestinianos.

ISRAEL NÃO POUPA ESTA IMBECILIDADE
Logo que Kerry proferiu esta verdadeira imbecilidade, vários líderes israelitas não perderam tempo a pronunciar-se sobre tão lamentável comparação. 
O ministro da Economia, Naftali Bennett, não poupou palavras de crítica ao americano: "Acontece que até quando um muçulmano britânico decapita um cristão britânico, haverá sempre alguém disposto a acusar o judeu."
Segundo Bennett, estes infelizes comentários de Kerry acabam por ajudar o grupo terrorista islâmico: "O terrorismo não pode ser justificado, tem de ser é combatido."
"A alegação de que o conflito israelo-palestiniano fortalece o Daesh (acrónimo em árabe para o grupo do estado islâmico) é um encorajamento para o terrorismo global" - acrescentou Bennett.
"Sugiro que escutemos o Daesh e os levemos a sério. São terroristas que querem tomar o controle do Médio Oriente. Ou se luta contra isso, ou então acabamos por justificá-lo. A escolha está nas mãos do mundo e ele irá pagar o preço pela escolha que fizer" - afirmou o ministro israelita.

Claramente um Kerry desajeitado, mal informado, talvez manipulado, enfim, um verdadeiro desastre americano...o grande problema não é tanto a preocupante condição mental do secretário de estado norte-americano, mas as consequências funestas que as mesmas geram na mente dos terroristas islâmicos...

Aplicam-se perfeitamente a este homem as palavras sábias do rei Salomão, escritas há 3 mil anos: "A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma" - Provérbios 18:7.

Shalom, Israel!




quinta-feira, Outubro 16, 2014

ESTUDO BÍBLICO NO GABINETE DE NETANYAHU ENFATIZA A LIGAÇÃO DOS JUDEUS À TERRA DE ISRAEL

Aquilo que infelizmente alguns líderes evangélicos teimam em não querer reconhecer, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu reitera convictamente a partir do seu estudo das Escrituras (Antigo Testamento): o direito dos judeus à sua Terra, a terra da promessa, a Terra de Israel.
Essa teimosia de certos líderes evangélicos tem certamente mais a ver com problemas pessoais relacionados com a aceitação do plano de Deus para com os judeus e com Israel, ou talvez com uma interpretação da Bíblia "a la carte", ou  até com resquícios de anti-semitismo...
Felizmente, tal como eu, há milhões de cristãos sionistas que lêem a Bíblia de forma literal, interpretando as promessas de Deus para Israel como efectivas, nunca anuladas, nem passíveis de mudança - ou Deus deixaria de o ser.

ESTUDO BÍBLICO REGULAR DIRIGIDO POR NETANYAHU
Mais crente nas promessas de Deus do que alguns desses ditos "cristãos" ignorantes quanto a muito daquilo que a Bíblia ensina, o primeiro-ministro israelita tem estado a dirigir reuniões regulares de estudo bíblico no seu gabinete ministerial. 
Esta foi a sexta vez que o grupo se reuniu, e a ênfase do estudo foi precisamente versando a reivindicação do povo judeu relativamente à Terra de Israel.
A tradição de um estudo bíblico regular no gabinete do primeiro-ministro iniciou-se exactamente com o próprio primeiro-ministro fundador do estado de Israel, David Ben Gurion, tendo depois disso sido descontinuada e restabelecida por duas vezes. 
Esta actual fase de estudos da Bíblia foi impulsionada pela esposa de Netanyahu, Sarah, em honra ao seu pai recentemente falecido, e que era um reconhecido conhecedor da Bíblia.
Esta última reunião teve lugar no passado dia 5 de Outubro, contando com a presença de dezenas de rabinos e académicos, sendo muitos deles membros do actual governo israelita. Estiveram também presentes os pais dos 3 adolescentes israelitas raptados e assassinados em Junho passado por terroristas palestinianos. 

GÉNESIS 1:1
O ministro da Educação e um dos rabinos levantaram a questão da reivindicação dos judeus à Terra de Israel em relação ao primeiro versículo da Bíblia. Segundo um sábio judeu do século 11, a história da criação fornece aos filhos de Israel uma resposta às acusações feitas pelas nações do mundo de que eles "são ladrões, por terem roubado a terra de Canaã pela força." Foi Deus Quem criou a terra e compete portanto a Ele distribui-la conforme bem entender.
Nas suas afirmações iniciais, Netanyahu assinalou o timing apropriado para este tópico: "Estamos prestes a terminar a leitura da Torá no feriado "Simchat Torá", iniciando outra vez a partir do "Bereshit" (Génesis) - afirmou o primeiro-ministro.
"A natureza cíclica da leitura da Torá e o início renovado da sua leitura é também simbólico da renovação da nossa nação no nosso país. Apesar de todos os esforços para nos aniquilarem, sempre voltamos a reconstruir-nos novamente com uma verdadeira e profunda conexão às nossas raízes, mas ao mesmo tempo fazendo crescer a árvore que se chama Nação de Israel, com as nossas profundas raízes e ramos que se erguem para o alto."

"Fico sempre estimulado nesta ocasião" - prosseguiu Netanyahu, acrescentando: "Ela foi adiada por causa da operação militar deste verão, mas quero dizer-lhes que mesmo durante a operação, nesta casa, nós continuámos a estudar a Bíblia. Estudamo-la pelo menos uma vez por semana. Isso faz parte daquilo que somos."

Shalom, Israel!