sábado, Setembro 20, 2014

FRANÇA APRESENTA PLANO DE PAZ NAS NAÇÕES UNIDAS

O presidente francês François Hollande afirmou que o seu país irá apresentar junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um plano de paz em forma de "uma resolução que dirá muito claramente aquilo que esperamos do plano de paz e qual deve ser a solução para o conflito."
Após se ter encontrado com o líder palestiniano Mahmoud Abbas em Paris durante o dia de ontem, François Hollande informou que o seu governo irá apresentar "uma solução para o conflito."
O presidente francês afirmou que as negociações do "pára-arranca" têm andado a decorrer há "demasiado tempo" e que "existe uma percepção de que nunca haverá uma solução para acabar com o conflito israelo-palestiniano, embora conheçamos os parâmetros de um possível acordo."
Segundo Hollande, este recente confrontação armada levou a que Gaza fosse destruída pela terceira vez.
"Aquilo que devemos tentar encontrar é um acordo de paz duradoiro" - afirmou Hollande, acrescentando que este impasse tem de acabar.
Abbas, por seu turno, urgiu todos os países a "assumirem as suas responsabilidades para terminarem um conflito que dura há mais de 66 anos."
"Fazer a paz dará uma legitimidade acrescida à luta contra o terrorismo na região" - acrescentou o líder palestiniano, o mesmo indivíduo que se calou diante do seu parceiro Hamas, quando este grupo terrorista lançou uma série de ataques terroristas contra o estado de Israel.
Ouvir esta declaração da boca de Abbas é como se estivéssemos a ouvir Hitler a fazer a apologia ao respeito pelos judeus...
Obviamente que Abbas anda a tentar encontrar apoio para mais uma investida diplomática junto às Nações Unidas. E é óbvio que encontrou em Hollande - um presidente completamente desacreditado no seu próprio país - alguém que poderá aproveitar o ensejo para se pôr em bicos de pés diante da comunidade internacional...
E é claro que Abbas já vem alegar que tem o apoio do presidente francês para um plano apoiado pela Liga Árabe e que apela ao "fim da ocupação israelita dos territórios palestinianos e a formação de um estado palestiniano baseado nas fronteiras de 1967". O que não entendo é ao que é que ele se refere quando menciona "ocupação israelita dos territórios palestinianos"...é que nunca existiram "territórios palestinianos" em 1967, muito menos um estado palestiniano. Mas são estas mentiras que convencem os idiotas do mundo livre, são estas as ilusões que levam a que Israel seja sempre visto como o "mau da fita", quando a verdade é exactamente a contrária...
De Paris, Abbas voará directamente para Nova Iorque, para participar na assembleia geral da ONU, no próximo dia 24.
De qualquer forma, esta proposta francesa demonstra o quanto a União Europeia está cada vez mais a deixar-se arrastar para o epicentro do conflito, criando a plataforma para um "salvador", o falso messias, o tão ansiado e bem sucedido político que conseguirá finalmente levar as duas partes a um acordo de paz firmado por 7 anos, mas que ele próprio violará a meio do percurso...
Estaremos próximos? Talvez mais do que pensamos...

Shalom, Israel!

sexta-feira, Setembro 19, 2014

ESCAVAÇÕES NO CAMPO DE EXTERMÍNIO DE SOBIBOR REVELAM CÂMARAS DE GÁS OCULTADAS PELOS NAZIS

Arqueólogos na Polónia oriental alegam ter descoberto novas evidências relacionadas com as maldades e história criminosa do regime nazi.
Escondidas debaixo do solo de um ex-campo de concentração nazi nos arredores de Sobibor foram encontradas pelos arqueólogos câmaras de gás que foram intencionalmente ocultadas pelos nazis após uma insurreição ali ocorrida em 1943. Calcula-se que pelo menos 250.000 judeus tenham sido assassinados naquelas câmaras de gás.
Após uma insurreição ocorrida no campo, no dia 14 de Outubro de 1943, as forças alemãs terão demolido as instalações das câmaras de gás. O sítio onde ocorreu o massacre dos judeus foi posteriormente coberto com uma estrada de asfalto.
Yoram Haimi, um dos arqueólogos do projecto, revelou à Reuters "terem ficado espantados com o tamanho do edifício e as condições de boa preservação das paredes das câmaras."
ANEL ENCONTRADO NA CÃMARA DE GÁS
Está agora a ser feito um esforço para se calcular o tamanho das câmaras de gás, o que permitirá ter uma melhor idéia sobre o número de pessoas assassinadas no campo.
Haimi tem também uma ligação pessoal à descoberta macabra. Dois dos seus tios foram capturados pelos alemães e mais tarde assassinados no campo de morte de Sobibor. 
O Instituto Internacional de Pesquisas do Holocausto do Yad Vashem (Museu do Holocausto) prestou algumas informações acerca deste campo de morte no leste da Polónia:
"O Campo de Extermínio Sobibor estava localizado perto da aldeia e estação de caminhos de ferro de Sobibor, na parte de leste do distrito de Lublin, na Polónia, não muito longe da linha férrea Chelm-Wlodawa. O campo foi estabelecido em paralelo com os campos de extermínio de Treblinka e de Belzec. 
Construído em Março de 1942, era constituído basicamente por 3 partes, cada uma individualmente isolada da outra. O campo incluía uma área administrativa, uma área de recepção, e uma área de extermínio. Para além disso, havia um espaço na floresta, na parte Norte do campo, onde os nazis tinham começado a construção de um bunker. Durante o período de operação do campo - Abril de 1942 a Outubro de 1943 - cerca de 250.000 judeus foram ali assassinados. No auge da insurreição ali ocorrida em 14 de Outubro de 1943, os alemães decidiram desmantelar o campo. Aparte de certas estruturas que têm sido desmanteladas desde a guerra e os poucos edifícios ainda de pé e que tinham alguma ligação ao campo, o local tem-se mantido deserto, sem quaisquer traços do antigo campo de extermínio."


Outro arqueólogo envolvido com as escavações do campo e descoberta das câmaras de gás, revelou o seguinte:
"O extermínio das pessoas teve lugar aqui neste local. O assassínio era feito através do fumo produzido por um motor, e que matava qualquer pessoa num período de 15 minutos nestas câmaras de gás, em grande tormento, e aos gritos...Diz-se que os alemães até criavam aqui gansos de forma a abafar esses gritos humanos, para que os prisioneiros não pudessem escutar esses gritos, esses tormentos."
FILME "FUGA DE SOBIBOR"
Pouquíssimos prisioneiros conseguiram escapar vivos de Sobibor. Devido a este facto trágico e devido aos alemães terem destruído o campo há ainda muito por conhecer acerca deste campo infame.
Dos cerca de 300 prisioneiros que conseguiram escapar durante a insurreição de 1943, a maior parte foram apanhados e mortos. Segundo a Reuters, apenas 50 prisioneiros conseguiram sair vivos do campo após o fim da 2ª Guerra Mundial. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, Setembro 18, 2014

ÁRABES CRISTÃOS EM ISRAEL JÁ PODEM SER...ARAMEUS!

GABRIEL NADAF E NETANYAHU
Muitos dos 160.000 cristãos israelitas, até agora considerados árabes, podem a partir de agora registar-se oficialmente como arameus.
O ministro do Interior israelita Gideon Saar deu instruções à "Autoridade para a Imigração e Fronteiras" para permitir o registo de uma nova nacionalidade: arameu - nos cartões de identidade dos cidadãos cristãos até agora registados como "árabes".
Numa carta dirigida ao director da "Autoridade para a Imigração e Fronteiras", Saar referiu "ter recebido três opiniões segundo as quais a existência de uma nacionalidade arameia é clara e óbvia, tal como foi requerido pelo Tribunal Supremo."
"As condições requeridas para provar a existência da nacionalidade estão presentes, incluindo a herança histórica, religião, cultura, descendência e linguagem" - acrescentou o ministro.
Segundo esta ordem ministerial, qualquer cidadão que preencha essas condições é elegível e registar-se oficialmente como "arameu."
BÍBLIA EM ARAMAICO, A LÍNGUA DOS ARAMEUS
Esta decisão do ministro Saar aplica-se em última instância aos cristãos que actualmente vivem em Israel e que se identificam como arameus, que podem falar aramaico, e que são oriundos de uma das diversas denominações cristãs: maronita, ortodoxa aramaica, ortodoxa grega, católica grega e católica siríaca. Algumas delas, ansiando por uma mudança de estatuto, registaram-se como grupo no Ministério do Interior já no ano 2010, podendo agora finalmente registar-se como arameias.
Uma página no facebook que reúne os apoiantes do padre Gabriel Nadaf, líder na minoria arameia, mostrou o êxtase criado na comunidade por esta decisão governamental israelita.
A decisão "corrige uma injustiça histórica que definia erradamente os cidadãos israelitas de ascendência cristã oriental como "árabes cristãos", apesar de, com excepção da língua falada (árabe), eles não terem absolutamente qualquer conexão com a nacionalidade árabe" - escreveu Nadaf.
Numa carta emotiva escrita ao ministro Saar, Hanad agradeceu-lhe pelo "pluralismo e abertura da sociedade israelita na absorção de minorias religiosas e éticas, com base no amor e aceitação, sem qualquer descriminação, segundo os princípios da democracia, liberdade individual, liberdade de consciência e liberdade de culto."
O padre Nadaf acrescentou que os cristãos desejam ser "uma parte inseparável" da sociedade de Israel e fazer com que as suas vozes sejam ouvidas "nas esferas sociais, económicas, académicas e políticas no estado de Israel."
E acrescentou: "Esta é a primeira vez que um estado do Médio Oriente reconhece a minoria cristã arameia como uma nacionalidade legítima e age para a preservar, bem como ensinar a sua língua e absorvê-la na sociedade."
"Contrastando com os países da região em que os cristãos e outras minorias são sistematicamente assassinados, igrejas são destruídas e as pessoas são forçadas a esconder a sua identidade só por se definirem como cristãs - enquanto que em cada década que o mundo progride e avança, os países árabes recuam uma década - o estado de Israel deu um gigantesco passo em frente."
Nadaf é um caso único entre os líderes cristãos ortodoxos ao advogar uma forte conexão entre a sua comunidade e o estado - razão pela qual tem sido punido pela igreja oficial ortodoxa grega, que tem tentado afastá-lo.
Vários ministros árabes também o têm condenado, chamando-lhe "um agente do sionismo que tenta dividir os árabes." Hadaf tem sido ameaçado com violência e até recebeu ameaças de morte, mas mesmo assim insiste que representa um razoável segmento da comunidade cristã israelita.
"Sentimo-nos seguros no estado de Israel" - afirmou Nadaf - "e vemo-nos como cidadãos do estado com todos os respectivos direitos e obrigações."

QUEM SÃO OS ARAMEUS?
Segundo a Bíblia hebraica, os arameus eram um povo oriundo da Mesopotâmia, os "Aram-Naharaim" (Aram dos dois rios), além das regiões circunvizinhas, como a Síria, a Pérsia, o vale do Jordão e as montanhas do Líbano. 
Aram foi também o quinto filho de Sem, o primogénito de Noé. 
Os judeus usavam a expressão "arameus" para distinguirem os seus povos aparentados mais afastados, os "povos de Aram", no Oriente, ou os "filhos de Eber", como também era designado este povo, unificado pela língua aramaica e não pela existência de qualquer estado. Em alguns trechos da Bíblia os "arameus" são referidos como "sírios."
Historicamente, sabe-se que os arameus se instalaram em definitivo no "Aram bíblico" no século XII a.C. , numa região entre a parte sul da Turquia, Síria e Iraque, naquilo que hoje se conhece como o Curdistão. O 2º Livro de Samuel refere-se também a um efémero reino arameu, na região da actual Damasco, mas que rapidamente se desvaneceu. 
Os arameus, como povo, diluíram-se etnicamente entre os povos do Mediterrâneo Oriental, ainda que a língua tivesse perdurado.
A sua língua, o aramaico, é um idioma semítico, com alfabeto próprio e mais de 3 milénios de formação, e é a língua que Jesus falava, pois naquela época era muito falada na região da Galiléia e da Síria. Chegou a ser declarado como idioma oficial pelos assírios e pelos persas. O aramaico está assimilado ao siríaco, uma língua mais litúrgica e religiosa, uma vez que os descendentes dos arameus que se encontram maioritariamente na Síria, ainda que mesclados com outros povos, são na sua maioria cristãos.

Shalom, Israel!



quarta-feira, Setembro 17, 2014

FABULOSO TESOURO DE MOEDAS DE OURO ENCONTRADO NA CIDADE DE DAVID, EM JERUSALÉM



A Cidade de Jerusalém - capital do estado de Israel - é muitas vezes denominada como "Cidade de ouro." E com razão: uma nova exposição mostra agora ao público como o ouro representava uma parte importante na vida e sociedade da Jerusalém antiga.
A exposição chama-se precisamente "Jerusalém de Ouro" e exibe alguns dos mais belos artefactos de ouro descobertos na Cidade de David, a Jerusalém original.
Uma das peças exibidas é um belíssimo medalhão de ouro do 7º século d.C.
O arqueólogo israelita Gabi Barkay comentou que o ouro tem sempre sido uma parte da história de Jerusalém ao longo de milénios:
"Talvez este medalhão fosse usado para decorar um antigo rolo da Torah."
"O ouro era muito representado em Jerusalém. O interior do Templo de Salomão era coberto de ouro. Até as paredes eram revestidas com placas de ouro. A arca da aliança e os querubins eram cobertos com ouro. O trono de marfim de Salomão era revestido a ouro."
As cinco moedas de ouro em exibição valem no seu conjunto mais de meio milhão de dólares.
"Uma jovem britânica voluntária vinda de Londres estava raspando uma saliência no muro quando, de repente, tal como num casino, começaram a cair moedas de ouro - 264 moedas, o maior tesouro em ouro até agora achado em Jerusalém."
Este foi um importantíssimo achado, numa já importantíssima Cidade, a Cidade original de David, em Jerusalém, cuja História influenciou o mundo inteiro até aos dias de hoje.
Segundo palavras de Ahron Horowitz num programa da TV CBN News, "Esta é uma pequena cidade antiga (Jerusalém), mas que teve mais impacto na humanidade do que qualquer outra cidade do mundo. 
"A Bíblia que saiu a partir de Sião tem vindo a afectar o espírito do homem" - prosseguiu, acrescentando: "Talvez estivéssemos melhor se aprendessemos mais da Bíblia e vivessemos segundo os seus valores - da Bíblia. Acho que a Bíblia tem causado um impacto tremendo sobre a humanidade e acredito que isso ainda não terminou, está apenas a iniciar."

Amém!
Shalom, Israel!

terça-feira, Setembro 16, 2014

JOGO DE FUTEBOL ENTRE CRIANÇAS ÁRABES E JUDIAS CONSIDERADO "CRIME CONTRA A HUMANIDADE" PELAS AUTORIDADES PALESTINIANAS...

Todo o "pacifismo" palestiniano tão credível entre as populações subornadas pelos noticiários e opiniões distorcidas dos media internacionais termina quando alguém bem intencionado procura fazer algo de bom e construtivo entre o povo judeu e o povo árabe. E o ódio árabe a tais iniciativas é tão grande, que nem um simples jogo de futebol entre crianças consegue escapar...
Uma semana após o término dos conflitos na Faixa de Gaza, o ex-presidente israelita Shimon Peres decidiu contribuir para a construção da paz, organizando um jogo de futebol entre crianças - judias e árabes - num sinal de boa vontade e esperança num futuro melhor para as próximas gerações.
Quem não gostou nada da ideia foram os palestinianos, especificamente os seus líderes da Autoridade Palestiniana, alegadamente mais moderados. A AP prontamente condenou esta iniciativa.
O jogo foi realizado entre crianças judias da cidade-mártir de Sderot, perto da fronteira com Gaza e crianças palestinianas vindas de Berseba. 
Este encontro desportivo marcou o início do ano lectivo da "Escola do Futebol e da Paz", uma iniciativa promovida pelo "Centro Peres para a Paz" que junta dezenas de crianças judias e árabes para a prática de desportos e outras actividades extra-curriculares.
Antes do apito inicial do jogo, Shimon Peres disse às crianças que "Os jogos de futebol não são realizados uns contra os outros, mas uns com os outros. Vocês, crianças israelitas da periferia de Gaza que viestes jogar com as crianças palestinianas simbolizam a esperança de paz. Passastes um verão difícil, e hoje iniciais um novo ano que espero seja repleto de desporto e diálogo."
O treinador da equipa das crianças palestinianas, Issa Abu Hamid, acrescentou: "Estou entusiasmado por vê-los todos aqui após termos sido impedidos de o fazer desde há meses. Espero que neste campo possamos iniciar algo de novo e voltar todos juntos a divertir-nos com o futebol, numa atmosfera de amizade."
Algumas das crianças de Sderot abraçaram os rivais palestinianos e ouviram-se expressões como: "Podemos fazer a paz com os palestinianos."

Mas esta "amizade" desagradou muito aos líderes palestinianos...
"Qualquer actividade de normalização nos desportos com o inimigo sionista é um crime contra a humanidade" - insistiu Jibril Rajoub, um dos líderes da Fatah, e presidente do departamento palestiniano para as actividades desportivas.
Rajoub acrescentou ainda que a política oficial palestiniana é de "oposição e prevenção de eventos desportivos conjuntos entre crianças israelitas e palestinianas."
Uma outra autoridade palestiniana foi ainda mais longe, considerando o treinador palestiniano como "um traidor."
O braço local da Fatah da cidade de onde as crianças palestinianas vieram para jogar emitiu também um comunicado denunciando o jogo amigável. Ao ler a declaração, lembre-se de que estes indivíduos da Fatah são considerados como "moderados", pertencendo ao partido de Mahmoud Abbas, o mesmo homem que o mundo considera como um "genuíno parceiro para a paz com Israel"...
"Este jogo foi um acto individual concebido por almas débeis que concordaram ser humilhadas por uma mão cheia de dinheiro. Apelamos aos residentes para que supervisionem os seus filhos e os afastem deste tipo de actividades, que prejudicam a nossa causa."
E foram já emitidas ameaças de "um ajuste de contas" com o treinador e respectiva equipa. 
É com esta atitude e indivíduos que Israel tem de negociar a paz? Se até um jogo amigável entre crianças é considerado "um crime contra a humanidade", o que se pode mais esperar?

Shalom, Israel!


segunda-feira, Setembro 15, 2014

DESMASCARANDO AS MENTIRAS DO ISLÃO

Tentando fazer crer ao mundo que é uma "religião de paz", o Islão tem conseguido enganar os grandes líderes mundiais, como é o recente exemplo do líder católico Francisco I, do líder dos EUA, Barack Obama e muitos outros que, para evitarem o confronto, preferem optar pelo politicamente correcto - ou seja: os grandes interesses gerados pelo petróleo dominam as agendas comerciais e políticas, mesmo que à custa do martírio de milhares de vidas inocentes, em nome de uma causa que se quer fazer passar como "pacífica".
A prova mais recente foi a decisão mais que tardia de Obama em intervir com ataques aéreos contra as posições dos extremistas muçulmanos do "Estado Islâmico", ex-"ISIS". Foram necessários milhares de inocentes assassinados, 2 jornalistas decapitados e milhares de populações em fuga para que Hussein Obama acordasse da sua letargia e fosse puxado pelos cabelos para decidir mandar uns aviões destinados a despejar bombas sobre os terroristas islâmicos, os alegadamente verdadeiros defensores da fé maometana.
Mas é preciso desmascarar a essência do Islão, para que o mundo entenda com quem está a lidar quando se trata do terrorismo islâmico e do islamismo alegadamente "moderado".

MITOS DO ISLÃO

MENTIRA Nº 1 - O ISLÃO É UMA DAS GRANDES RELIGIÕES PACÍFICAS
É esta a mentira que tantas vezes propagada pelos líderes muçulmanos acaba por convencer a plebe ignorante e os políticos mal intencionados ou vendidos ao poder dos petro-dólares. Só que a verdade é completamente diferente:
O Islão nasceu e alimenta-se de sangue. Maomé executou pessoas. Esse é um facto da História. Ao contrário da maioria das religiões, o Islão desenvolveu-se nos seus primeiros anos como um império conquistador imperialista. Nos seus primeiros 34 anos, esta nova religião tomou posse de terras em todo o Médio Oriente. 
Desde que Israel se tornou uma nação moderna, 11 milhões de muçulmanos já foram assassinados. Israel matou 0,3%. 90% foram assassinados por outros muçulmanos. 
O Islão não é uma religião de paz, mas de sangue.

MENTIRA Nº 2 - MAOMÉ ERA UM HOMEM HONRADO E HUMILDE
A verdade é que o profeta Maomé era um déspota criminoso com um insaciável apetite sexual. Enquanto que - segundo as suas "revelações" - um muçulmano pode ter até 4 esposas, Maomé apoderou-se de tantas quantas lhe apeteceu, incluindo escravas sexuais capturadas em batalha (tal como agora faz o ISIS). Crê-se que na totalidade, o profeta muçulmano terá tido relações sexuais com cerca de 66 mulheres e meninas. Sim, meninas. A sua "esposa" mais infame foi a profetiza Aisha, ainda criança, com quem casou quando ela tinha apenas 6 anos de idade, mas pela qual o "misericordioso" Maomé esperou até aos 9 anos para consumar o "casamento.
Os terroristas nigerianos do Boko Haram, que raptaram 300 meninas cristãs para as forçar à conversão ao islamismo e ao casamento, e os terroristas do "ISIS", que estão fazendo a mesma coisa no Iraque e na Síria, estão apenas a seguir o exemplo do seu profeta Maomé. É prática comum nos tempos actuais muçulmanos adultos casarem com crianças, tal como se tem visto na Faixa de Gaza, com os líderes do Hamas
Todas as 5 principais nações com a mais elevada percentagem de crianças noivas têm uma maioria islâmica.

MENTIRA Nº 3 - O ISLÃO RESPEITA AS OUTRAS RELIGIÕES
Dentro de um estado islâmico, outras religiões como o judaísmo e o cristianismo são por vezes toleradas, desde que se pague o jizah (um imposto especial) e não se ofenda o Islão. Tentar converter muçulmanos a outra fé é que é o problema! Em alguns países, como a Arábia Saudita, é proibido tentar converter alguém do Islão ou distribuir literatura, como Bíblias, etc. Líderes cristãos são habitualmente presos, torturados, expulsos ou condenados à morte em vários países de maioria islâmica.

MENTIRA Nº 4 - O ISLÃO RESPEITA AS MULHERES
Um íman (clérigo muçulmano) ensina normalmente os seus fiéis sobre a forma correcta de bater à esposa. O Corão permite o sexo anal e a mulher tem de estar sempre disponível como objecto de prazer para o seu marido. Em alguns países, as mulheres têm de se cobrir completamente da cabeça aos pés. Há a promessa de 72 mulheres virgens para cada muçulmano no paraíso. 

O que é que é prometido às jovens? Moças são muitas vezes assassinadas em "mortes de honra" por familiares, enquanto que os rapazes são raríssimas vezes mortos em condições idênticas. 
O Islão é a maior força opressora das mulheres no mundo inteiro. Há poucos dias atrás, mais de 3 mil mulheres foram levadas captivas pelo "ISIS" e forçadas à escravatura sexual. Existem bordéis dirigidos por mulheres muçulmanas para organizar isso. Os operacionais muçulmanos podem abusar livremente das mulheres desde que elas não sejam muçulmanas. Mas isso não é - infelizmente - nenhuma distorção do islamismo, uma vez que o seu fundador também tinha escravas sexuais.
Maomé tinha de facto uma multidão de escravas sexuais e concubinas com quem tinha sexo - por vezes nos mesmos dias em que tinham visto os seus próprios maridos e pais morrerem às mãos do exército de Maomé!

MENTIRA Nº 5 - A LEI "SHARIA" É INOFENSIVA
Na Faixa de Gaza, no Irão e na Arábia Saudita a polícia religiosa denominada "mutaween" dispõe de alargados poderes para impôr a lei "sharia".
"Eles têm poder para prender indiscriminadamente homens e mulheres apanhados a socializarem-se, qualquer um que seja encontrado em comportamentos homossexuais ou prostituição;  para forçar os estilos de roupa islâmicos nas mulheres e fechar lojas durante as horas de oração."
Podemos até pode pensar que é bom eles serem contra a prostituição. Só que não é bem assim: uma mulher e um homem foram recentemente presos no Dubai, ela por "prostituição" e ele por "violação". Só que eles eram casados um com o outro! Eles foram forçados a converterem-se ao Islão enquanto na prisão, sendo depois libertos...São actualmente crentes evangélicos.
Em Gaza, por exemplo, dançar ao som da música "corrupta" ocidental ou trajar roupas de estilo ocidental pode ser um convite às chicotadas. Um adolescente foi recentemente espancado pela polícia em Gaza ao ponto de ficar 3 dias sem andar, apenas por ter gel no seu cabelo. A conversão ao cristianismo é um crime punível de morte. Vários pastores estão presos no Irão por terem deixado a religião islâmica.
Muitas vezes basta a suspeita de adultério para levar à pena de morte - quando se trata de mulheres, obviamente. Uma vez que os homens podem ter escravas sexuais, são raras as execuções. As pessoas mortas sob a lei "sharia" são-no muitas vezes nas formas mais cruéis, tais como decapitação, apedrejamento ou enterradas vivas.

MENTIRA Nº 6 - O ISLÃO TOLERA OS GAYS
Uma coisa é ter-se divergências teológicas por causa do homossexualismo, outra coisa completamente diferente é matar alguém por causa disso.
Em países como o Afeganistão, Irão, Mauritânia, Nigéria, Arábia Saudita, Somália, Sudão, os EAU, e o Iémen, a actividade homossexual é punida com a pena de morte.
Mesmo nos países onde essa prática é legalizada, se membros da família descobrirem, as "mortes por honra" são considerados moralmente justificáveis e os tribunais fecham os olhos. 
Não faltaram algumas estrelas de Hollywood como Russell Brand e Penelope Cruz a defenderem recentemente o Hamas na sua guerra contra Israel. No entanto, essas mesmas "estrelas" seriam mortas se tentassem estabelecer em Gaza leis permitindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo...

MENTIRA Nº 7 - SÓ UMA PEQUENA PERCENTAGEM DE MUÇULMANOS É QUE SÃO RADICAIS
Lemos recentemente que apenas 7% dos muçulmanos é que são radicais. Boas notícias? Não quando se fazem as contas. Calculando a percentagem, 7% de 1.5 biliões de muçulmanos, dá-nos o resultado: 105 milhões de muçulmanos prontos para matar, violar, pilhar, e em última instância morrer pela causa. E este número cresce rapidamente.

E mesmo assim, quando pensamos em muçulmanos "moderados" que vivem em regiões mais atrasadas, dispostos a matar as suas filhas como forma de "honra", chegamos à conclusão que o número de radicais é muito maior. Não é por não se integrarem no "ISIS" ou por não se fazerem envolver com um cinturão de explosivos que deixam de ser necessariamente apoiantes do islamismo radical...
Só as populações juntas do Irão e da Arábia Saudita somam cerca de 100 milhões!

MANIFESTAÇÃO ISLÂMICA EM...LONDRES
Enquanto estas mentiras "convencerem" os otários europeus e americanos, os radicais vão-se comodamente instalando na Europa e no coração da América, alimentados e alimentando o ódio contra a cultura judaico-cristã que tão bem os acolhe e apoia...até ao dia em que, inesperadamente, rebenta mais uma bomba, cai mais um avião, explode mais um prédio...tudo em nome do verdadeiro Islão!

Ao abandonarem os valores tradicionais judaico-cristãos, as sociedades ocidentais abriram um vazio rapidamente preenchido pelos valores do islamismo, incompatíveis com a democracia, respeito pelos direitos humanos e pela própria coexistência entre os povos.

Shalom!

sábado, Setembro 13, 2014

"NÃO EXISTE NENHUMA 'PALESTINA OCUPADA'" - ESCREVE O WASHINGTON POST

Uma das principais falácias da narrativa palestiniana sobre o "direito à terra" prontamente subscrita pelos "cristãos" ignorantes da Bíblia é a de que Israel está actualmente a "ocupar" um país chamado "Palestina", tal como a Alemanha ocupou a Polónia ou a China o Tibete.
Muitos de nós, que desde há anos temos sempre tentado repôr a verdade dos factos, combatendo uma mentira que, por ser tantas vezes repetida acaba por convencer como sendo verdade, vimos com satisfação a correcção que o prestigiado diário norte-americano "The Washington Post" fez, ao afirmar que não existe nenhuma "Palestina ocupada."
Num artigo editado há cerca de uma semana, o jornal referiu-se à ideia habitualmente transmitida de uma "contínua ocupação israelita de terra palestiniana na Margem Ocidental."
O "Comité a favor da precisão nas reportagens sobre o Médio Oriente na América" ("CAMERA") decidiu apresentar uma queixa contra o jornal, destacando que as áreas oficialmente conhecidas como "Margem Ocidental" não são terras soberanas ocupadas, mas antes territórios disputados cujo estatuto deve ser resolvido através de negociações. 
O "Washington Post" concordou, e exactamente no dia seguinte escreveu uma correcção:
"Um artigo na secção A da edição de 5 de Setembro acerca do acordo da Jordânia em comprar gás natural de Israel referiu-se incorrectamente à ocupação israelita de 'terras palestinianas' na Margem Ocidental. Os territórios ocupados por Israel são terras disputadas que os palestinianos querem para um futuro estado palestiniano."
A mesma correcção foi visivelmente destacada no site do jornal.
A realidade é que a maioria dos israelitas estão preparados para negociar uma grossa fatia da terra bíblica em troca de "paz", insistindo no entanto que tais negociações devem ser baseadas na precisão histórica, e não em fantasias convenientes que pintam os judeus como se fossem invasores estrangeiros. 

Apesar de ainda se referir erroneamente à Judeia e Samaria como "territórios ocupados por Israel", o jornal teve pelo menos a decência e mérito de corrigir a idéia - obviamente falsa - da existência de um estado palestiniano naquelas terras. É que nunca em Israel existiu um estado palestiniano! O único estado que ali foi fundado e existiu foi o estado de Israel, com a sua capital em Jerusalém, e que, ainda que vendo a maior parte da sua população arrancada à força. nunca deixou de ser a Terra prometida por Deus ao povo de Israel.

Shalom, Israel!