quinta-feira, Agosto 21, 2014

APÓS LIQUIDAR 3 LÍDERES DO HAMAS, ISRAEL CONVOCA MAIS 10 MIL RESERVISTAS

Após ter violado o acordo de cessar fogo mais uma vez - a 11ª - o Hamas viu esta manhã 2 dos seus mais importantes líderes operacionais serem mortos pelas forças especiais israelitas, através dos bem sucedidos esforços dos serviços secretos de Israel: a temível organização Shin Bet. 
A operação para localizar estes 2 terroristas demorou cerca de 2 meses, e foi repleta de tensão, dúvidas e nervos à flor da pele. Finalmente, e com todos os dados confirmados, várias bombas de 1 tonelada cada foram despejadas esta manhã desde os aviões F-16 para cima de uma estrutura pertencente a um dos líderes do Hamas, nas imediações da cidade de Rafah, na Faixa de Gaza.  

Dois dos mais perigosos chefes dos terroristas do Hamas encontravam-se abrigados dentro das instalações - nada menos que o número 3 do Hamas, Raed al-Attar, o comandante da divisão terrorista em Rafah, e Mohammed Abu Shmallah, comandante da divisão sul do Hamas.

Os 2 perigosos terroristas achavam-se seguros e protegidos nas instalações do amigo palestiniano, mas enganaram-se: a Shin Bet já andava no seu encalço, e depois do bombardeamento, nada deles sobrou. Estes bandidos tinham dirigido dezenas de ataques mortíferos contra Israel desde os anos 90.
O comandante sénior da divisão de Rafah, Mohammed Barhoum, foi também liquidado neste ataque.
Apesar de ainda não encontrado o corpo, Israel acredita que o chefe militar do Hamas, Muhammad Deif, terá sido morto no bombardeamento de ontem, uma vez que a sua casa de 3 andares foi totalmente destruída, tendo morrido a mulher e o filho do líder terrorista, e sabendo-se que o bandido se encontrava em casa naquela hora.
Segundo Benjamin Netanyahu, a liquidação destes terroristas deve-se à "excepcional inteligência" da Shin Bet e à actividade operacional das Forças de Defesa de Israel. Segundo o primeiro-ministro, estes líderes do Hamas "planeavam ataques devastadores contra os cidadãos de Israel."

300 ROCKETS DISPARADOS CONTRA ISRAEL

Desde que o Hamas rompeu o cessar fogo na passada Terça-Feira, mais de 300 rockets já foram disparados contra o sul de Israel, tendo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu avisado ontem que cada ataque dos terroristas palestinianos terá uma resposta "7 vezes mais dura."

Várias dezenas de rockets foram destruídos pelo sistema de defesa "Cúpula de Ferro."

10 MIL RESERVISTAS CONVOCADOS
O governo israelita aprovou a convocação de mais 10 mil reservistas, prevendo-se um alargamento da operação "Margem de Protecção" na Faixa de Gaza, uma vez que os terroristas palestinianos não respeitam um só cessar fogo e comprovaram constantemente desejar a guerra com Israel.
Shalom, Israel!


quarta-feira, Agosto 20, 2014

VISITA A ISRAEL

Chegámos esta madrugada de mais uma excursão a Israel, desta vez um grupo de 37 pessoas, na sua maioria portugueses, mas também alguns participantes do Brasil.
Quando se trata de Israel, relatar tudo o que vimos, sentimos e experimentámos é tarefa quase impossível! As emoções misturam-se com o desejo de conhecimento e o cansaço é plenamente superado pela expectativa daquilo que se verá no momento seguinte, num intenso programa com uma semana preenchida com a satisfação do finalmente concretizado desejo por tantos sonhado...
O grupo foi bastante diversificado, sendo oriundo de várias partes do país e do Brasil e ainda por alguns participantes que residem em outros países da Europa mas que vieram passar férias a Portugal.

Apesar do extenuante voo nocturno, todos se sentiram revigorados com um bom pequeno almoço perto de Tel Aviv e desafiados com as palavras de testemunho do irmão Jacob Damkani, um judeu messiânico que dirige uma das mais conceituadas organizações evangelísticas em Israel.
Mesmo apesar da noite passada no avião e do intenso calor que já se fazia sentir, o grupo conseguiu mesmo assim reunir forças para visitar Tel Aviv, a cidade bíblica de Jope e a Cesaréia Marítima, lugar da conversão de Cornélio e onde o apóstolo Paulo esteve preso antes de ser levado para Roma. Subindo ao cimo dos Montes Carmelo, o grupo ficou visivelmente fascinado com a imensidão da vista do vale de Jezreel, apresentado-se depois um breve esboço bíblico relacionado com as profecias daquele lugar, o vale de Armagedon. 
Visitar a "Nazareth Village" é sempre uma obrigação dos nossos grupos, pois ali recuamos 2 mil anos até aos dias da infância de Jesus. Visitam-se representações vivas de irmãos árabes sobre a forma de vida nos dias do Senhor, uma verdadeira lição de Bíblia "ao vivo e a cores".

GALILÉIA
Visitar a Galiléia é um dos "momentos altos" das excursões que desde há 25 anos temos vindo a realizar. Começando pelo local onde o Messias Jesus proclamou o novo programa para os Seus discípulos - o famoso "Sermão da Montanha" - os jardins da Igreja das Bem Aventuranças foram o local mais que propício para uma breve meditação sobre a aplicação das Bem Aventuranças à vida do cristão no século 21. Dali até à Igreja Tabgha, assinalando o local da multiplicação dos pães e dos peixes foram poucos minutos, concluindo-se este ciclo geográfico do ministério do Messias Jesus na Galiléia com a descida ao Mar da Galiléia e a visita às ruínas da cidade bíblica de Cafarnaum, centro estratégico do ministério do Senhor durante quase 3 anos.
Mas não há visita à Galiléia que se "preze" desse nome sem que se inclua a travessia do lago num barco de madeira - semelhante aos dos pescadores dos dias de Jesus - um momento de grande emoção e alegria colectiva!
A subida aos Montes Golan e a vista dos Montes Hermon, na fronteira Norte de Israel acrescentam um momento importante para todos, muito em especial a visita à cidade bíblica de Cesaréia de Filipos, lugar onde outrora se cultuavam vários deuses e entidades pagãs, e que Jesus escolheu para Se tornar confessado como Senhor e Messias - "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!"

BAPTISMOS NO RIO JORDÃO
5 novas irmãs e irmãos participantes da nossa excursão desceram às águas do rio Jordão na bela manhã de 15 de Agosto, testemunhando publicamente da sua fé num local tão simbólico e procurado anualmente por muitos milhares de fiéis.
Não sendo a nossa missão baptizar novos convertidos no rio Jordão, é no entanto uma verdadeira alegria podermos partilhar da alegria daqueles que dão tão importante passo na fé cristã, permitindo dessa forma o acesso à comunhão da Igreja de Cristo!

VALE DO JORDÃO, JERICÓ, MASSADA, EIN GEDI, QUMRAN, MAR MORTO
Apesar do muito calor que se fez sentir logo pela manhã, o grupo dos 37 peregrinos calcorreou determinadamente as milenares ruas de pedra da cidade bíblica de Beit Shean, uma das famosas cidades da "Decápolis" dos dias do Novo Testamento.
Obviamente o grupo não me perdoaria se não fossemos conhecer o local genuíno onde o Senhor Jesus foi baptizado por João Baptista, bem próximo de Jericó, numa zona em que o rio Jordão faz fronteira natural entre Israel e a Jordânia.
Subir de teleférico ao cimo do Monte da Tentação em Jericó foi uma experiência inesquecível, ainda mais quando pudemos visitar o mosteiro ortodoxo grego no cimo da mesma e relaxar com um delicioso e saudável sumo de romã, tão em voga nesta época do ano por todo o Israel...!
Descer ao ponto mais baixo da terra não é para qualquer um, mas o nosso grupo não se ficou por menos! Após subir à montanha fortaleza de Massada, percorrer as suas ruínas e ouvir a sua trágica história, penetrar pelo densa vegetação do oásis de Ein Gedi até à famosa cascata onde David tantas vezes se refrescou quando fugia do ódio do rei Saul, visitar as ruínas da mítica comunidade dos essénios em Qumran, os participantes refizeram as suas forças banhando-se nas águas quentes e saudáveis do Mar Morto, o ponto mais baixo do planeta, e onde ninguém consegue afundar, tal a força da impulsão causada pela enorme quantidade de sal nestas águas mundialmente conhecidas pelos seus efeitos terapêuticos.

JERUSALÉM
E, finalmente, ao som da bela canção "Jerusalém de Ouro", o grupo emocionou-se ao entrar na Cidade santa de Jerusalém, a capital do moderno estado de Israel e futura capital do Reino Milenar do Messias Jesus!
Jerusalém é única, nada se lhe pode comparar, pelo que sempre deixamos para os últimos dias a experiência de conhecer alguns dos lugares mais relacionados à história bíblica desta grandiosa cidade: desde o Monte das Oliveiras, ao Jardim do Getsemane, locais tão frequentados pelo Senhor, até ao Monte Sião, onde Ele celebrou a Sua aliança com os Seus discípulos e onde fez nascer a Igreja cristã, até à caminhada pela "Via Dolorosa" e a celebração da Ceia do Senhor junto ao lugar do Gólgota e do Túmulo vazio, tudo em Jerusalém é impregnado de vida, de História, de espiritualidade, de conflito, de disputa, de expectativa e de sonhos.

Subir pelos degraus originais do Templo, fazer uma oração junto ao Muro, percorrer o túnel que ladeia a impressionante muralha que sustentava a esplanada do Templo, conhecer a História física e virtual desta Cidade, conhecer as suas 8 portas, avistar a única que ainda se encontra fechada aguardando a entrada triunfal do Messias, caminhar por entre oliveiras com 2 mil anos de idade, orar no Jardim privado do Getsemane, tudo isto e muito mais fizeram desta excursão um evento inesquecível e superador de expectativas sonhadas e ansiadas. 

Mas Jerusalém também é modernidade, agitação, desenvolvimento, recordação. Num mesmo espaço geográfico podemos recuar 2 mil anos ao ver uma maqueta grandiosa da Cidade como era nos dias do Senhor, observar as cópias de manuscritos com textos do Velho Testamento de há 2200 anos lado a lado com a modernidade do Parlamento e edifícios governamentais, da "cidade do cinema" e de outras atracções numa Cidade que nunca pára, pois é de facto um conjunto de várias cidades numa só, com toda a espécie de culturas, tradições e práticas religiosas.

Visitar Israel é assim uma "necessidade obrigatória" para todo o cristão que quer conhecer a sua origem, as suas raízes, ver ao vivo a realidade incontestável do cumprimento das profecias milenares e visitar o seu futuro glorioso no Reino Milenar que o Messias construirá com todos aqueles que O amam, naquela que voltará a ser a principal de todas as terras!

Quem sabe, se para o ano não será também a sua vez?

Shalom, Israel!



segunda-feira, Agosto 18, 2014

AINDA EM ISRAEL

A todos os nossos amigos leitores informamos que ainda estamos em Jerusalem, liderando a excursao luso-brasileira com 37 pessoas.
Estaremos de volta amanha a noite se o Eterno permitir, pelo que na quarta feira estaremos retomando as nossas noticias.
Shalom desde Jerusalem!

terça-feira, Agosto 12, 2014

GOVERNO DO HAMAS EM GAZA A CAMINHO DO FIM?

Tudo leva a crer que se chegará a um acordo praticamente definitivo para um cessar fogo na Faixa de Gaza.
Uma das razões para esta acalmia será o mais que provável término da ditadura do Hamas em Gaza. Segundo Azzam Al-Ahmad, chefe da delegação palestiniana nas conversações do Cairo, o governo do Hamas na Faixa de Gaza está a chegar ao seu fim: "Israel precisa de entender que o governo do Hamas em Gaza chegou ao fim, e que terá por isso de agir em plena cooperação com a Autoridade Palestiniana e o governo de Rami Hamdallah (da Autoridade Palestiniana), o qual será a autoridade soberana nos territórios, incluindo Gaza."
O que este negociador palestiniano da reconciliação entre o Hamas e a Fatah da Autoridade Palestiniana não revelou é se a Autoridade Palestiniana irá readquirir o governo que o Hamas tomou pela força na Faixa de Gaza e se o grupo terrorista irá ser desarmado.
A ver vamos. Pelo menos, parece ser um bom princípio para uma leve e desejada mudança em toda a região...
Shalom, Israel!

segunda-feira, Agosto 11, 2014

"PALESTINA"? "PALESTINIANOS"? O QUE É ISSO?

Não há nada pior para a razão humana do que a ostensiva recusa do reconhecimento dos factos. E rejeitar os factos da História é recusar ver a realidade com razoabilidade e justiça.
Tal como diz o antigo ditado judaico: "Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros."

FACTOS HISTÓRICOS SOBRE A "PALESTINA"
A primeira vez que o termo "Palestina" foi alguma vez utilizado remonta ao tempo dos romanos, no 2º século d.C., quando Jerusalém já havia sido destruída, o Templo arrasado, a população de Jerusalém massacrada pelos romanos e o restante do povo judeu expulso da sua terra. Os romanos declararam nessa altura que Israel não existiria mais, afirmando ao mesmo tempo que a partir desse momento a terra passaria a ser conhecida como "Palestina", um nome cuja origem remonta aos filisteus, um povo conquistado pelos judeus séculos antes. Na época romana, o povo filisteu tinha simplesmente deixado de existir em todos os seus intentos e propósitos...
Mudando o nome da terra de Israel para "Palestina", os romanos acrescentaram ao insulto, a injúria contra os judeus. Dar o nome de uma terra segundo um povo que não existia mais, e que sempre tinha sido inimigo de Israel, foi a forma mais cruel de humilhar o povo judeu. 
Para além desse sacrilégio, os romanos também mudaram o nome de Jerusalém para "Aelia Capitolina", ainda que esse intento nunca conseguiu vingar.

NUNCA EXISTIU NENHUM ESTADO CHAMADO "PALESTINA"
"Palestina" é algo que nunca existiu em forma de estado, nem antes nem depois dos romanos. Após a expulsão dos judeus, a terra de Israel foi governada alternadamente pelos romanos, pelos muçulmanos e pelos cruzados "cristãos". Mais tarde vieram os turcos otomanos e o Império Britânico pós 1ª Guerra Mundial, embora que por um curto espaço de tempo. Os britânicos concordaram em restaurar pelo menos parte da terra para os judeus como pátria nacional judaica - em grande parte porque os árabes não tinham qualquer interesse na mesma. Naquela época aquela terra era um vasto deserto, e nada mais. Mesmo assim, para o povo judeu aquela terra nunca foi esquecida, devido à sua ligação histórica e ao significado bíblico que a mesma constitui para os judeus.

NÃO EXISTE NAÇÃO "PALESTINIANA"
Uma nação é definida pela sua cultura e língua próprias. Nunca existiu uma língua "palestiniana". Não existe uma cultura árabe-palestiniana distinta. Nunca existiu um terra chamada "Palestina" administrada por um governo "palestiniano"
Aquilo que hoje se pode definir como "palestinianos" são nada mais do que árabes que não se podem desassociar dos jordanos, dos sírios, dos libaneses, dos iraquianos, dos sauditas, etc.
Antes de 1948, quando alguém mencionava o termo "palestiniano", estava a referir-se aos judeus que viviam já naquela terra. Os árabes não gostavam de ser chamados de "palestinianos" por causa da associação do nome com os judeus que na altura já constituíam a maioria da população existente na terra à qual se dava o nome político de "Palestina." 

A INVENÇÃO MODERNA DO POVO "PALESTINIANO"
Foi só depois da Guerra dos Seis Dias em 1967, quando Israel conquistou a Judeia e a Samaria - que alguns preferem chamar "Margem ocidental", ou "Cisjordânia" - que os árabes, sob a liderança de Yasser Arafat, começaram a reinventar-se como uma "minoria oprimida de refugiados deslocados" auto-denominados como "palestinianos"
Essa "jogada" da esperteza propagandística do egípcio Yasser Arafat, treinado pela Rússia comunista, deu origem a uma luta assimétrica dos "palestinianos" até aos dias de hoje, numa luta para reivindicar uma terra que alegadamente lhes pertencia.
É interessante lembrar que os árabes controlam 99,9% de todas as terras do Médio Oriente. Israel representa apenas um décimo de 1% de todas aquelas terras!

"PALESTINIANOS" DE OUTRA TERRA...
Tal como a maioria dos "lutadores pela liberdade da Palestina" daquela época, Yasser Arafat era um egípcio. Eles não eram pessoas oriundas da "Palestina", deslocadas ilegalmente ou pela força das suas terras... Pelo contrário, mesmo até uma parte significativa da actual assim chamada "população palestiniana" é oriunda de outros estados árabes e de estados islâmicos não árabes...

TERRITÓRIOS CONQUISTADOS À JORDÂNIA, NÃO À "PALESTINA"
Quando Israel obteve uma estrondosa vitória contra as nações árabes que se juntaram para destruir o estado judaico em Junho de 1967, várias terras bíblicas foram reconquistadas por Israel à Jordânia, não a uma "Palestina" inexistente: a Judeia, a Samaria e Jerusalém oriental. 
Naquela altura ninguém chamou àqueles territórios "Palestina", afim de os reivindicar como parte de uma terra chamada "Palestina". Por quê? Porque simplesmente a "Palestina" como estado-nação nunca existiu!

GOLDA MEIR E YASSER ARAFAT
A mítica primeira-ministra israelita Golda Meir afirmou em certa ocasião que "nunca existiu um povo palestiniano." Desde essa altura que esta declaração tem sido motivo de troça e contestação por parte dos propagandistas árabes. Eles gostam de referir-se ao "racismo" de Golda Meir. Eles tentam alegar que ela produziu um negacionismo histórico, uma mentira intencional.
O que eles não gostam no entanto de falar é das afirmações em tudo semelhantes feitas por Yasser Arafat e pelo seu círculo interno de líderes políticos, anos depois de Golda Meir ter dito a verdade. 

"O POVO PALESTINIANO NÃO EXISTE" - AFIRMOU LÍDER DA OLP
Eis algumas das desconfortáveis e inconvenientes afirmações feitas por Arafat e seus párias:
- Em 31 de Março de 1977 o jornal holandês "Trouw" publicou uma entrevista com Zahir Muhsein - membro do comité executivo da OLP (Organização para a Libertação da Palestina, criada por Arafat). Eis o que ele disse na altura: "O povo palestiniano não existe. A criação de um estado palestiniano é apenas um meio de continuarmos a nossa luta armada contra o estado de Israel e pela nossa unidade árabe. Na realidade, não existem actualmente diferenças entre jordanos, palestinianos, sírios e libaneses. É só por razões políticas e tácticas que nós hoje falamos acerca da existência de um povo palestiniano, uma vez que os interesses nacionalistas árabes exigem que nós proponhamos a existência de um "povo palestiniano" distinto, como oposição ao sionismo. É por razões tácticas que a Jordânia - que é um estado soberano com fronteiras definidas - não pode reivindicar direitos sobre Haifa e Jaffa, enquanto que, como palestiniano, eu posso indubitavelmente exigir Haifa, Jaffa, Bersena e Jerusalém. 
No entanto, no momento em que reivindicarmos o nosso direito a toda a Palestina, não esperaremos nem um minuto para unificar a Palestina e a Jordânia."
Esta afirmação é ainda mais clara do que a de Golda Meir! O próprio Arafat confessou em 1993 que o argumento a favor do "estado palestiniano" foi criado para promover a destruição de Israel.
Isso aconteceu no exacto dia de 1993 em que Arafat assinou a Declaração de Princípios nos jardins da Casa Branca. Explicando as suas acções a uma estação de TV da Jordânia, o terrorista Arafat pronunciou as seguintes palavras: "Uma vez que não podemos derrotar Israel através da guerra, fá-lo-emos por etapas. Pegamos em todo e qualquer território que pudermos da Palestina, e estabelecemos ali um estado soberano, usando-o depois com trampolim para tomarmos mais terra. Quando chegar a altura, podemos conseguir que as nações árabes se juntem a nós afim de darmos o golpe final a Israel."

O GRANDE ENGANO
Não obstante o número de pessoas convencidas de que as aspirações por um estado palestiniano são genuínas e que são a chave para a paz no Médio Oriente, elas estão apenas a enganar-se a si próprias. 
Por que é que isso parece agora ser uma tão grande prioridade? Vejamos o que está a acontecer actualmente: uma gigantesca campanha de desinformação acoplada a um interminável terrorismo que têm durado desde os últimos quase 50 anos. É tempo demais, e muitos esqueceram-se da verdade, não a querem anunciada, ou nunca até a souberam.

A SOLUÇÃO ESTÁ NAS MÃOS DOS ÁRABES
Qual será então a solução para se conseguir a paz entre israelitas e "palestinianos"? O reconhecimento fundamental do facto de os assim chamados "palestinianos" não estarem de forma alguma desassociados dos outros árabes no Médio Oriente. Árabes esses que controlam 99,9 % das terras de toda aquela região, constituindo 22 nações árabes.
Será que os árabes precisam de mais um país? Será que necessitam mesmo de mais terra? 
Será que alguém com o juízo no seu devido lugar alguma vez acredita que ao aniquilar o único estado judaico do mundo e a única verdadeira nação livre do Médio Oriente se irá conseguir a paz?

Shalom, Israel!