segunda-feira, Outubro 20, 2014

MAIORIA DOS JUDEUS CONTRA ESTADO PALESTINIANO QUE IMPLIQUE DIVISÃO DE JERUSALÉM

Neste tempo conturbado que se vive em Israel, há uma coisa que ainda consegue unir a vasta opinião pública dos judeus ali residentes: a questão de Jerusalém, a capital una, indivisível e eterna de Israel.
E, não obstante a oposição norte-americana às novas construções na capital israelita, uma pesquisa revelada ontem em Israel comprova que mais de três quartos da população judaica opõe-se à formação de um estado palestiniano que tenha Jerusalém como sua capital.
Esta sondagem foi promovida pelo "Centro de Jerusalém para os Assuntos Públicos" e veio revelar que 76% da população judaica opõe-se a um estado palestiniano que inclua a divisão da Cidade de Jerusalém. Essa posição maioritária fornece ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu "munições" para confrontar a arrogância de Obama, cuja administração tenta a todo o custo impedir a construção de novas construções em Jerusalém e a ocupação de algumas residência por judeus no bairro de Siloé, de maioria árabe.
Apesar das duras críticas dos norte-americanos, Netanyahu bateu-lhes o pé e clarificou que Jerusalém não é um "colonato", e que Israel iria não só continuar a construir na Cidade, mas que os judeus poderiam comprar propriedades em qualquer parte da Cidade, tal como os árabes podem também fazer.
Neste inquérito popular, respondendo à questão se apoiariam o estabelecimento de um estado palestiniano com fronteiras iguais às anteriores a 1967, 74% dos inquiridos opuseram-se a esta medida, 18% apoiaram-na e 8% alegaram não saber ou não querer responder.
Esta sondagem confirma o quanto os judeus israelitas apoiam Netanyahu quando ele afirma que o país tem de manter uma presença de segurança no vale do Jordão, ao mesmo tempo que 75% dos inquiridos responderam que se oporiam ao estabelecimento de um estado palestiniano se tal envolvesse a retirada do vale do Jordão. Apenas 11,5% apoiariam tal retirada. Os mesmos 75% declararam opor-se à substituição das tropas das Forças de Defesa de Israel por outras internacionais.

Shalom, Israel! 

sábado, Outubro 18, 2014

PALESTINIANOS PRESSIONAM A ONU CONTRA ISRAEL

O representante palestiniano na ONU afirmou ontem que o seu grupo político quer que o Conselho de Segurança da ONU vote uma resolução até ao final do ano exigindo que Israel se retire dos territórios "ocupados" depois da Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967.
Novembro de 2016 é o prazo limite que os palestinianos querem impôr para que as tropas israelitas saiam dessas zonas que fazem parte do Israel bíblico oferecido por Deus ao povo judeu.
O embaixador palestiniano Riyad Mansour adiantou ainda que se a resolução for derrotada - o que é mais do que provável devido à oposição dos Estados Unidos e de outros países - os palestinianos "terão outras opções."
Representantes palestinianos alegam ter já o "sim" de 7 países para a votação dentre os 15 membros do Conselho de Segurança, e que estão procurando mais apoios.
São necessários nove votos no mínimo para a aprovação, mas a proposta pode mesmo assim ser vetada por um dos 5 membros permanentes, dos quais os EUA fazem parte.
A frustração palestiniana com o impasse nas conversações para a paz é muito grande, mas toda a responsabilidade pertence a eles, uma vez que, violando todos os acordos anteriormente feitos com Israel, decidiram fazer uma aliança com o grupo terrorista Hamas, que por sua vez decidiu atacar Israel com centenas de mísseis lançados contra as suas populações civis.
A embaixadora norte-americana na ONU afirmou que os Estados Unidos preferem ver o restabelecimento das conversações entre ambas as partes, julgando ser essa a única forma de se resolver este conflito.
Segundo o embaixador israelita, esta é mais uma vez a prática palestiniana de contornar a responsabilidade de estar à mesa das negociações, preferindo antes tomar acções unilaterais, que Israel obviamente não pode aceitar.

Shalom, Israel!

sexta-feira, Outubro 17, 2014

APÓS PROFERIR DECLARAÇÕES DIGNAS DE UM IDIOTA, JOHN KERRY É FORTEMENTE CRITICADO PELOS MINISTROS ISRAELITAS

Após ter proferido lamentáveis declarações justificando o crescimento do grupo terrorista islâmico com o impasse nas conversações de paz entre israelitas e palestinianos, John Kerry tem sido literalmente bombardeado com veementes críticas e condenações por parte dos líderes israelitas.
Segundo as afirmações do secretário de estado norte-americano, as conversações de paz entre israelitas e palestinianos - actualmente estagnadas - são vitais na luta contra o extremismo islâmico.
Talvez o líder americano viesse inspirado do Egipto, de onde tinha acabado de chegar quando proferiu estas idiotices, tendo participado numa conferência internacional onde biliões de dólares foram prometidos para a "reconstrução" de Gaza.
"Não houve um líder que eu tivesse encontrado na região e que não abordasse comigo a necessidade de se conseguir a paz entre israelitas e palestinianos, uma vez que o seu fracasso era uma causa para o recrutamento, da fúria e da agitação nas ruas" - afirmou Kerry.
O líder americano acabou por incriminar o estado judaico, alegando que, ao negar-lhes um estado, Israel era responsável pela humilhação dos palestinianos.

ISRAEL NÃO POUPA ESTA IMBECILIDADE
Logo que Kerry proferiu esta verdadeira imbecilidade, vários líderes israelitas não perderam tempo a pronunciar-se sobre tão lamentável comparação. 
O ministro da Economia, Naftali Bennett, não poupou palavras de crítica ao americano: "Acontece que até quando um muçulmano britânico decapita um cristão britânico, haverá sempre alguém disposto a acusar o judeu."
Segundo Bennett, estes infelizes comentários de Kerry acabam por ajudar o grupo terrorista islâmico: "O terrorismo não pode ser justificado, tem de ser é combatido."
"A alegação de que o conflito israelo-palestiniano fortalece o Daesh (acrónimo em árabe para o grupo do estado islâmico) é um encorajamento para o terrorismo global" - acrescentou Bennett.
"Sugiro que escutemos o Daesh e os levemos a sério. São terroristas que querem tomar o controle do Médio Oriente. Ou se luta contra isso, ou então acabamos por justificá-lo. A escolha está nas mãos do mundo e ele irá pagar o preço pela escolha que fizer" - afirmou o ministro israelita.

Claramente um Kerry desajeitado, mal informado, talvez manipulado, enfim, um verdadeiro desastre americano...o grande problema não é tanto a preocupante condição mental do secretário de estado norte-americano, mas as consequências funestas que as mesmas geram na mente dos terroristas islâmicos...

Aplicam-se perfeitamente a este homem as palavras sábias do rei Salomão, escritas há 3 mil anos: "A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma" - Provérbios 18:7.

Shalom, Israel!




quinta-feira, Outubro 16, 2014

ESTUDO BÍBLICO NO GABINETE DE NETANYAHU ENFATIZA A LIGAÇÃO DOS JUDEUS À TERRA DE ISRAEL

Aquilo que infelizmente alguns líderes evangélicos teimam em não querer reconhecer, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu reitera convictamente a partir do seu estudo das Escrituras (Antigo Testamento): o direito dos judeus à sua Terra, a terra da promessa, a Terra de Israel.
Essa teimosia de certos líderes evangélicos tem certamente mais a ver com problemas pessoais relacionados com a aceitação do plano de Deus para com os judeus e com Israel, ou talvez com uma interpretação da Bíblia "a la carte", ou  até com resquícios de anti-semitismo...
Felizmente, tal como eu, há milhões de cristãos sionistas que lêem a Bíblia de forma literal, interpretando as promessas de Deus para Israel como efectivas, nunca anuladas, nem passíveis de mudança - ou Deus deixaria de o ser.

ESTUDO BÍBLICO REGULAR DIRIGIDO POR NETANYAHU
Mais crente nas promessas de Deus do que alguns desses ditos "cristãos" ignorantes quanto a muito daquilo que a Bíblia ensina, o primeiro-ministro israelita tem estado a dirigir reuniões regulares de estudo bíblico no seu gabinete ministerial. 
Esta foi a sexta vez que o grupo se reuniu, e a ênfase do estudo foi precisamente versando a reivindicação do povo judeu relativamente à Terra de Israel.
A tradição de um estudo bíblico regular no gabinete do primeiro-ministro iniciou-se exactamente com o próprio primeiro-ministro fundador do estado de Israel, David Ben Gurion, tendo depois disso sido descontinuada e restabelecida por duas vezes. 
Esta actual fase de estudos da Bíblia foi impulsionada pela esposa de Netanyahu, Sarah, em honra ao seu pai recentemente falecido, e que era um reconhecido conhecedor da Bíblia.
Esta última reunião teve lugar no passado dia 5 de Outubro, contando com a presença de dezenas de rabinos e académicos, sendo muitos deles membros do actual governo israelita. Estiveram também presentes os pais dos 3 adolescentes israelitas raptados e assassinados em Junho passado por terroristas palestinianos. 

GÉNESIS 1:1
O ministro da Educação e um dos rabinos levantaram a questão da reivindicação dos judeus à Terra de Israel em relação ao primeiro versículo da Bíblia. Segundo um sábio judeu do século 11, a história da criação fornece aos filhos de Israel uma resposta às acusações feitas pelas nações do mundo de que eles "são ladrões, por terem roubado a terra de Canaã pela força." Foi Deus Quem criou a terra e compete portanto a Ele distribui-la conforme bem entender.
Nas suas afirmações iniciais, Netanyahu assinalou o timing apropriado para este tópico: "Estamos prestes a terminar a leitura da Torá no feriado "Simchat Torá", iniciando outra vez a partir do "Bereshit" (Génesis) - afirmou o primeiro-ministro.
"A natureza cíclica da leitura da Torá e o início renovado da sua leitura é também simbólico da renovação da nossa nação no nosso país. Apesar de todos os esforços para nos aniquilarem, sempre voltamos a reconstruir-nos novamente com uma verdadeira e profunda conexão às nossas raízes, mas ao mesmo tempo fazendo crescer a árvore que se chama Nação de Israel, com as nossas profundas raízes e ramos que se erguem para o alto."

"Fico sempre estimulado nesta ocasião" - prosseguiu Netanyahu, acrescentando: "Ela foi adiada por causa da operação militar deste verão, mas quero dizer-lhes que mesmo durante a operação, nesta casa, nós continuámos a estudar a Bíblia. Estudamo-la pelo menos uma vez por semana. Isso faz parte daquilo que somos."

Shalom, Israel!

quarta-feira, Outubro 15, 2014

MILHARES DE CRISTÃOS EM JERUSALÉM AFIRMAM APOIO A ISRAEL

Ainda o sol não tinha nascido nesta manhã fria de Jerusalém, já milhares de judeus concorriam para o Muro Ocidental, o mais importante símbolo actual do judaísmo, neste dia, Hoshana Rabah, o último da celebração dos 7 dias da Festa dos Tabernáculos. 
Mas nada se compara às emoções vividas em Jerusalém durante estes últimos dias, com a celebração da Festa dos Tabernáculos.
O dia de ontem foi marcado pelo encerramento do grande encontro anual de cristãos do mundo inteiro para a celebração da Festa, incluindo o tradicional desfile pelas ruas de Jerusalém.
Cerca de 5.000 peregrinos cristãos oriundos de 80 países estiveram até ontem reunidos no novíssimo pavilhão Pais Arena, em Jerusalém, num ambiente de festa e celebração a que não faltaram as danças, músicas de vários estilos, declarações e mensagens bíblicas. Durante a celebração de ontem à noite estiveram também presentes como convidados especiais 300 militares pára-quedistas israelitas, incluindo druzos, cristãos e judeus que prestaram serviço durante a recente operação "Margem de Protecção" na Faixa de Gaza. 
Várias afirmações de solidariedade e do aprofundamento dos laços inquebráveis com Israel foram feitas pelos líderes presentes. 
"Devemos levantar-nos em acção na defesa de Israel!" - declarou ontem à noite o Dr. Robert Stearns, um dos intervenientes no programa. 
Esta Festa dos Tabernáculos "cristã" é realizada desde há 35 anos em Jerusalém pela Embaixada Cristã Internacional Jerusalém, uma organização estabelecida em 1980 para representar milhões de cristãos, igrejas e denominações perante Israel e o seu povo. A embaixada cristã alcança cristãos em cerca de 140 países e tem representações em 80.
A embaixada consegue reunir anualmente milhões de dólares para assistir a apoiar o regresso de judeus que querem fazer alyiah (retorno) a Israel de qualquer parte do mundo. Neste ano em particular têm sido apoiados judeus oriundos da Índia e da Ucrânia. Durante o recente conflito em Gaza, a ECIJ providenciou abrigos portáteis e outras formas de assistência prática às comunidades israelitas próximas da fronteira com Gaza.
Esta organização também dirige uma residência em Haifa que acolhe 70 sobreviventes do Holocausto.
Muitas intervenções tiveram lugar durante os vários dias de reunião, incluindo a do próprio presidente israelita Reuven Rivlin, e do primeiro-ministro Netanyahu (via ligação de video).
Segundo a declaração de princípios da embaixada, a Festa dos Tabernáculos visa celebrar o "reconhecimento da mão de Deus na actual restauração de Israel e a necessidade de trabalhar e abençoar aquilo que Deus está fazendo." Apesar do conflito deste verão, a festa deste ano foi a maior dos últimos sete anos, demonstrando uma verdadeira afirmação de solidariedade.
"Tivemos necessidade de mudar do antigo local de conferências para a Pais Arena porque precisávamos de mais espaço" - afirmou David Parsons, director da ECIJ, acrescentando: "O prefeito da Cidade apelou a que fizéssemos a mudança, e nós fomos os primeiros a nos reunir numa concentração internacional neste novo espaço."
No seu discurso final de ontem à noite, Stearns levou os 5 mil participantes a uma verdadeira demonstração de euforia quando, dirigindo-se aos 300 soldados israelitas ali presentes, afirmou: "Vocês são as sentinelas das muralhas de Sião, na linha da frente da batalha por toda a humanidade."
Durante alguns momentos os participantes irromperam com gritos de "aléluia!" e toques de shofar.
E perante tantos judeus ali reunidos, Stearns pôde ainda afirmar: "Durante 2000 anos tem havido uma divisão entre judeus e cristãos. Coisas horríveis foram feitas aos judeus em nome do cristianismo, mas esse nunca foi o espírito dos verdadeiros seguidores de Jesus."
"Jesus não era cristão. Ela era um judeu, e nós seguimos o judeu Jesus. Nós recebemos a Bíblia e os profetas do povo judeu."

APELO AO FIM DA PERSEGUIÇÃO DOS CRISTÃOS
Simultaneamente com a festa, uma conferência de imprensa teve lugar na segunda-feira à tarde apelando ao fim da perseguição Aos cristãos no Médio Oriente. Esse evento foi organizado conjuntamente pela ECIJ, pela Fundação dos Aliados de Israel e pelo Congresso Mundial Judaico.
Ronald Lauder, presidente do Congresso Mundial Judaico, agradeceu publicamente aos cristãos reunidos na Festa por estarem ao lado de Israel em tempos difíceis: "Obrigado por estarem aqui, em Jerusalém, a capital indivisível do estado judaico de Israel. Israel não tem melhores amigos no mundo do que vocês. Sabemos que vocês têm cuidado de nós, e nós sempre cuidaremos de vós. O facto é que em todo o Médio Oriente não há lugar mais seguro para os cristãos do que Israel."

Shalom, Israel!

terça-feira, Outubro 14, 2014

PARLAMENTO INGLÊS VOTA A FAVOR DO RECONHECIMENTO DE UM "ESTADO PALESTINIANO"

Prosseguindo a sua vertiginosa corrida rumo à desgraça, numa clara provocação aos desígnios de Deus, a Inglaterra tornou-se no segundo país europeu - logo a seguir à Suécia - a votar no seu parlamento a favor do reconhecimento de um estado "palestiniano" em pleno território de Israel.
A votação realizada ontem à noite em Londres não deixou margem para dúvidas: 274 votos a favor, contra 12 votos negativos. 
Há no entanto que assinalar que mais de metade dos 650 parlamentares não estiveram presentes na votação.
Ainda que esta votação não seja vinculativa, ela causa certamente tremores e temores em Israel, uma vez que revela o quanto os líderes europeus estão subjugados à mentira e à promoção da mesma, num completo e insensível abandono à vontade de Deus.
Este voto da "Casa dos Comuns" é uma força de pressão para que o governo de David Cameron "reconheça o estado da Palestina lado a lado com o estado de Israel, como uma contribuição para assegurar uma solução negociada para 2 estados."
Para além da euforia entre os palestinianos inimigos do estado de Israel e da esquerdalha europeia, não ocorrerão grande mudanças na política externa do Reino Unido, mas já é um princípio de um caminho que levará Israel a um cada vez maior isolamento internacional. 
O primeiro-ministro inglês David Cameron não compareceu na sessão, numa atitude de encolher de ombros face à inutilidade desta votação: "Tenho sido muito claro em relação à posição do governo e isso não irá mudar" - afirmou recentemente Cameron em referência à idéia de um "estado palestiniano."
Não obstante a inutilidade prática deste voto, as autoridades israelitas não estão tranquilas, uma vez que já no início deste mês o parlamento sueco tomou a mesma decisão de reconhecer um "estado palestiniano", e não esquecendo a influência que a Inglaterra sempre tem tido naquela região, uma vez que chegou a ser a potência administrativa depois da derrota do império turco otomano (1920) até à independência do estado de Israel, em Maio de 1948.
Além de ser um dos 3 estados mais fortes e influentes de toda a União Europeia, a Inglaterra é também membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, pelo que a influência das decisões tomadas pelo parlamento inglês surtirão sempre algum preocupante impacto nos outros países membros da UE.
Na opinião do parlamentar Jack Straw, "a única coisa que o governo de Netanyahu entende é a pressão."
Talvez a única coisa que este anti-semita venha um dia a entender é consequência desastrosa desta decisão para o seu próprio país...

REACÇÃO ISRAELITA
A embaixada israelita em Londres já reagiu duramente à votação no parlamento inglês, alegando que "a rota para um estado palestiniano passa pela sala de negociações."
O comunicado da embaixada israelita acrescenta ainda que "o prematuro reconhecimento internacional envia à liderança palestiniana uma preocupante mensagem de que podem escapar às duras escolhas que têm de ser tomadas por ambas as partes, acabando por minar as chances de se alcançar uma paz verdadeira. O reconhecimento de um estado palestiniano deveria ser o resultado de uma bem sucedida conclusão de conversações de paz directas entre Israel e a Autoridade Palestiniana."

ALEGRIA PALESTINIANA
Hanan Ashrawi, membro do comité executivo da "Organização para a Libertação da Palestina" (OLP), afirmou entretanto que o voto era "tanto uma decisão de princípios como um passo significativo em direcção à justiça e à paz."
"O nosso direito à auto-determinação nunca esteve sujeito a negociações" - afirmou a líder palestiniana, acrescentando: "O reconhecimento da Palestina não é dependente do resultado das negociações com Israel e certamente nada que negociemos."
E a reconhecida inimiga de Israel acrescentou ainda: "Este voto envia a mensagem certa para o governo britânico e para o resto da Europa: isto aumentará as vozes europeias que apelam ao reconhecimento da Palestina e criará as condições certas para que a comunidade internacional garanta paridade e direitos legais ao povo palestiniano."

O que esta gente não sabe é que está a confrontar os planos de Deus, e isso sair-lhes-à muito caro...

Shalom, Israel!


segunda-feira, Outubro 13, 2014

MILHARES DE JUDEUS CELEBRARAM ONTEM A FESTA DOS TABERNÁCULOS NA CIDADE BÍBLICA DE HEBRON - Sukkot 5775





Apesar de ser uma cidade conturbada pela presença maioritária de palestinianos, esta é ainda uma cidade com alguma presença judaica, e de grande importância para o judaísmo, uma vez que ali se encontra o túmulo dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacob e respectivas esposas (excepto Raquel).


Milhares de judeus participaram ontem nas celebrações da festa bíblica das cabanas, mais conhecidas por "Festa dos Tabernáculos."
Foram muitos os que dançaram e assistiram a vários concertos musicais em frente ao grande monumento de Macpela, num ambiente de euforia e grande celebração!

Shalom, Israel!